Arquivo de 'Entrevista'



Matthew concedeu uma entrevista para a TVLine, falando sobre as expectativas para o episódio 1×12 de Shadowhunters, como foi interpretar uma parte de Malec e o que ele entende sobre os sentimentos do Alec. Confira, traduzida:


O evento que os fãs de Shadowhunters estiveram esperando por temendo está finalmente aqui – mas Alec irá realmente trocar votos com a Lydia neste episódio de terça-feira, ou a presença do Magnus será suficiente para acabar com a cerimônia?

‘Eu acho que todos estão especulando demais,’ Matthew Daddario diz para a TVLine sobre o grande será-que-eles-vão-será-que-não episódio, que é literalmente intitulado ‘Malec.’ Daddario acrescenta: ‘Eu acho que os fãs devem ser cuidadosos com suas esperanças e sonhos porque, muito rapidamente, tudo que você ama e quer pode quebrar. Eu não teria muitas esperanças, mas eu garanto que as coisas serão…emocionais.’

Abaixo, Daddario prevê núpcias dramáticas de seu personagem, discute o processo de trazer “Malec” para a vida e explica o porquê gritar é uma ótima malhação.
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Comemorando a renovação de Shadowhunters para sua segunda temporada, a Empire Online liberou uma matéria contendo a história completa da série Shadowhunters (desde a escolha dos diretores até os personagens e efeitos visuais). Traduzimos todas as partes do Matthew; onde ele fala sobre seu personagem Alec e sobre o relacionamento desde com o feiticeiro Magnus Bane (interpretado por Harry Shum Jr.). Confiram abaixo:


Desde a sua estreia, no início desta temporada, a série de televisão Shadowhunters tem trabalhado sua magia, conseguindo grandes audiências e consistentemente construindo uma base de fãs seguidores fervorosos. Não é realmente surpreendente, considerando que é baseado no best-seller de Cassandra Clare (36 milhões de cópias impressas) a saga de livros Os Instrumentos Mortais, da qual um spin-off “Dama da Meia-Noite” foi recentemente publicado. E mesmo que a adaptação para a tela grande tenha falhado em 2013, com The Mortal Instruments: City of Bones; a franquia continua a crescer em popularidade – um ponto que se explica pelo fato de que a série foi oficialmente renovada para uma segunda temporada. (…)

Em Shadowhunters, Clary Fray descobre, no seu aniversário, que ela não é o que ela pensa ser, mas ao invés disso, ela faz parte de uma longa linhagem de Caçadores de Sombras – híbridos de humanos com anjos que tem como propósito caçar demônios. Seguindo o sequestrador de sua mãe, Clary se encontra imersa nesse mundo de caça demônios, confiando nos Caçadores de Sombras Jace, Isabelle e Alec, que estão ali para ajudar a guia-la nessa jornada para seu verdadeiro destino. Com o seu melhor amigo, Simon, Clary descobri uma nova vida em conjunto com vampiros, fadas, lobisomens e feiticeiros, enquanto ela tenta encontrar sua mãe. Mas, como ela percebe rapidamente, nada é o que parece, incluindo o amigo próximo da família, Luke, que sabe mais do que fala; assim como o enigmático feiticeiro Magnus Bane, que pode ter a chave para desbloquear o passado de Clary. (…)

Entre os membros do elenco estão Katherine McNamara, cujos créditos variam da Broadway em papéis convidados na televisão e personagem em Maze Runner: A Prova de Fogo, como Clary Fray; Isaiah Mustafa, um ex-NFL que é mais conhecido por seu papel na série de comerciais para a televisão do Old Spice, como o Detetive Luke Garroway, que também acontece de ser um lobisomem; Dominic Sherwood, um modelo e ator britânico que teve como papel estreante na adaptação para os cinemas de Vampire Academy, como o caçador de sombras Jace Wayland; Matthew Daddario, que conta com Delivery Man e When The Game Stands Tall, como o caçador de sombras Alec Lightwood; e Harry Shum Jr., conhecido por Glee, Stomp The Yard, You Got Served e Crouching Tiger, Hidden Dragon: Sword of Destiny, como o feiticeiro Magnus Bane. (…)

Matthew Daddario (ator, “Alec Lightwood”): Quando um papel é oferecido para você, você tem duas reações. Inicialmente você diz, ‘Ok, eu gostei do trabalho,’ e então, obviamente, você tem que, ou a força ou não, se tornar interessado no material. Por sorte, nesse caso, o material foi muito atraente para mim. Eu acho que o Alec é muito vulnerável enquanto está em uma posição de poder. Ele está escondendo como realmente se sente de si mesmo e, obviamente, ele é um personagem com muitas imperfeições – o que é sempre interessante. Ele é jovem, mas tem que passar por um tipo de crescimento, onde ele se torna um adulto e um que é feliz com isso. Essa luta é muito cativante e eu me relaciono com ela. Eu diria que essa temporada começou com um jovem homem que é emocionalmente fechado e que está lutando com problemas de identidade e problemas de motivação e propósitos. Ele sente um senso de dever, mas isso não é o suficiente para conduzir alguém, você precisa ter coisas que são significativas para você, além daquilo que foi dito para você fazer. Durante a temporada, ele começa a perceber que sua compreensão sobre quem ele é, em questão ao amor, muda, e ele fica mais em contato consigo mesmo. Como resultado, ele entra em acordo com quem ele é. (…)

Um aspecto integral dos livros e algo que é completamente adotado na série, é o crescente relacionamento entre Magnus e Alec (frequentemente dito como Malec). Diferentemente de muitas séries do gênero de fantasia que podem se afastar de relacionamentos do mesmo sexo (apesar de Buffy, claro), Shadowhunters trata a dupla do mesmo modo que qualquer relacionamento seria tratado. Sem trombetas anunciando o quão progressivo a série é, apenas uma questão de abordar o fato.

Burke: É algo que nos incentivamos a equipe de escritos a realmente inclinar-se para. Sentimos que era uma grande atração do material de origem. Para todos que eu perguntava sobre Os Instrumentos Mortais dizia que a atração era o romance. Os relacionamentos eram grandes condutores de interesse por baixo dos elementos de ficção científica e fantasia, então pareceu importante manter forte esse equilíbrio. Nós temos muitos relacionamentos de drama na nossa rede – é um marco em nossa programação – então é bom sentir que essa série se encaixa com isso em termos do núcleo da história.

Harry Shum Jr. (ator; Magnus Bane): A série é sobre relacionamentos; é o que realmente segura tudo junto. Seja “favoritando” – eu estou falando em termos de redes sociais – um relacionamento ou o que eles gostam de chamar: “shipping,” apenas colocando um casal junto, é um mundo de conexões no final do dia. As pessoas apenas querem se conectar e ver duas pessoas conectadas ao mesmo tempo. Eu não acho que o relacionamento entre Magnus e Alec é tão controverso quanto a mídia o faz ser. A TV andou um longo caminho desde 5 anos atrás, quando era estranho ter um casal gay na TV, e agora está em todo lugar. O fato de que está na TV ou em filmes é realmente incrível. Para mim parece normal, mas então, novamente, eu também vivo em LA, um lugar onde isso está em todo lugar. Mas, para uma criança em uma pequena cidade, que não é exposta a isso na vida real e apenas vê na TV, pode ser algo um pouco diferente.

Daddario: Nós assumimos muito tempo para trabalhar nas cenas com o Magnus e o Alec; nós passamos muito tempo revisando-as e tentando ter certeza que eles estavam sendo honestos e que nós não estávamos empurrando algo para frente. Não há cena com o estereótipo, ‘Olhe para isso!’ É tratado de um modo muito sútil e isso é meio legal, especialmente para esse tipo de relacionamento. Esse cara, Alec, está lidando com uma variedade de problemas. Inumeráveis problemas de todos esses ângulos diferentes – seus irmãos e essa nova pessoa e vários problemas no seu trabalho. Ele também tem esse cara, o qual ele nota que sente algo por. E Magnus não estranha isso. Você meio que vê como ele aprecia o Alec, porque se ele for muito agressivo, ele sabe que vai o afastar, então Magnus tem que lidar com isso com muito tato, o que é difícil para ele, porque ele está cada vez mais apaixonado.

Ed Decter: O que eu estou mais orgulhoso disso é que são duas pessoas que estão atraídas uma pela outra e nós não comentamos tanto qual é o gênero delas. Talvez a comunidade em que eles estão não aceite isso, mas isso que eu acho que é tão puro sobre: nós estamos tentando tratar como qualquer outra história de amor. Apenas acontece de ser entre dois homens. (…)

Daddario: Haviam muitas coisas acontecendo durante o treinamento. Tínhamos que aprender sobre esse mundo, tínhamos que aprender sobre os personagens, e então tinha a academia e a dieta e as reuniões e tudo isso. Ao invés de ficar cansados, todos lidavam com grande entusiasmo. Eu acho que todos estavam tão animados em ser parte de algo nessa escala e malhar que foi algo bom. Foi também um ótimo jeito de nós sermos apresentados um para o outro, e por causa desse meio de envolvimento, onde todos estão trabalhando para um objetivo similar, se criou esses relacionamentos muito fortes. (…)

Daddario: O Demônio da Memória foi uma experiência divertida de filmar. Quando nós estávamos filmando, obviamente havia um tipo de efeito prático, mas para fazer as luzes e tudo o mais – alguém construiu esse tudo giratório com celofane ao redor e cortou buracos nele. Era azul. E havia ventiladores debaixo, então eles o faziam girar e ligavam os ventiladores e você fica ali olhando e pensava ‘Eu posso visualizar o que está acontecendo,’ e então quando eles puseram os efeitos, foi muito impressionante ver que aquilo realmente funcionou. (…)


 Nossos parceiros do Shadowhunters Brasil traduziram a matéria completa que você pode conferir clicando aqui.
Fonte: (x)
Tradução e adaptação: Juliana Piazza. – Não reproduza sem os devidos créditos, plágio é crime.

Matthew concedeu, recentemente, uma entrevista para a revista de variedades Dujour, entitulada: “Guia Culinário de Matthew Daddario para Nova Iorque”, confira a tradução:


Como estrela do drama de ficção cientifica da Freeform, Shadowhunters, o adulto de 28 anos Matthew Daddario passa a maior parte do seu ano em Toronto, interpretando um personagem dotado com sangue de anjo. Em seu tempo livre, no entanto, o nascido e criado em Nova Iorque vem para casa para encontrar um ritmo mais familiar.

“Há um tipo de agressão amigável em Nova Iorque”, explica, “Todo mundo está em uma página semelhante sobre como eles estão se movendo para frente. Faz você se sentir muito ativo e como parte de algo. Estamos andando rápido. Estamos nos movendo muito rapidamente e estamos concluindo coisas. E também estamos muito orgulhosos de tudo isso”.

Enquanto ele cresceu em Gotham, Daddario possui uma ancestralidade bastante variada com partes da família vindas da Itália, Irlanda, Hungria, Alemanha e Grã-Bretanha, suas papilas gustativas parecem refletir essa matriz internacional. “Eu passo por pequenas fases de gostar de coisas diferentes, mas eu sempre volto para comida simples”, diz Daddario. “Algo que é preparado perfeitamente e que levou várias gerações para descobrir como fazer”.

A Dujour fez a lista dos seus favoritos de Nova Iorque.

Zum Zchneider

“Eu comi muito schitzel quando estava crescendo. Minha mãe é húngara. Toda a vez que eu vou lá eu peço wiener schnitzel, salada de pepino e cerveja. É bom todas às vezes. Eu gosto de estar lá e de comer lá”.

107 Avenue C, New York, NY 10009,  212 598-1098 ,  nyc.zumschneider.com

Cocoron

“Peça aperitivos e pequenos pratos nesse restaurante japonês. A comida é ótima, e a atmosfera também. Você tem o equilíbrio de ambas às coisas. É muito bom”.

61 Delancey St., New York, NY 10002,  212-925-5220

Black Crescent

“Havia um restaurante chamado Wild Edibles que acabou de fechar. Eles tinham esse peixe frito que era tão perfeitamente preparado, eu tentei replicá-lo em casa e não consegui. Black Crescent é das mesmas pessoas e só está reabrindo agora. Estou muito animado para ir lá”.

76 Clinton Street New York, NY 10002,  212-477-1771 , blackcrescentnyc.com

V-nam Café

Passei um pouco de tempo no Vietnã e me apaixonei pela comida. Quando voltei para Nova Iorque eu não encontrei nada que se parecesse com o gosto de como era feito no Vietnã. V-nam Café é o mais parecido que eu encontrei. É muito, muito saboroso”.

20 1st Avenue, New York, NY 10003, 212-780-6020vnamcafe.com

Blue Ribbon Brasserie

“Tudo nesse cardápio é bom. Eles têm uma boa mistura. Você pode ir lá às 2 horas da manhã de uma terça-feira, se quiser”.

97 Sullivan Street, New York, NY 10012, 212-274-0404blueribbonrestaurants.com

The Cannibal

“Eu sou um grande fã de carne em geral, é algo que eu gosto de comer. The Cannibal serve todos os tipos diferentes de carne, preparados de diversas maneiras. Eles têm alguns patês realmente bons. Eles têm também medula óssea. Eles possuem uma grande variedade de cerveja de todos os lugares. Eles não brincam em serviço. Sua comida é legitima”.

113 East 29th Street, New York, NY 10016, 212-686-5480cannibalnyc.com

Scarpetta

“É uma luta para encontrar um lugar italiano que eu realmente ame em Nova Iorque. Eu nunca permaneci voltando para um mesmo lugar, mas por algum motivo eu sou louco pelo Scarpetta. A comida é sempre boa. O ambiente é animado. Todo mundo muito parece saber o que está fazendo. Se você estiver indo para um encontro, Scarpetta é um ótimo lugar”.

355 W 14th Street
New York, NY  10014, 212-691-0555scarpettarestaurants.com


Fonte: aqui.
Tradução e adaptação: Gêrlane Lima – Não reproduza sem os devidos créditos, plágio é crime.

No dia 19 de janeiro de 2016, o elenco de Shadowhunters fez um photoshoot para a revista BELLO, junto com uma pequena entrevista. Nós a traduzimos para vocês:


Nome: Matthew Daddario
 Idade: 28 anos
Local de Nascimento: Nova Iorque, Nova Iorque
Aniversário: 1º de outubro de 1987
Personagem: Alec Lightwood
Siga-o! @MatthewDaddario

411 Alec: Alec é um jovem homem que tem muitas responsabilidades. Ele toma conta das pessoas que ele ama. Ele é muito conflituoso e um rapaz muito sério por algum tempo. Ele é a voz da razão e ele assume seu papel com um grande senso de dever.

Apaixonado por ficção científica: Eu sou um pouco apaixonado por ficção científica. Desde que eu era uma criança pequena eu amava ler ficção científica. Eu acho que Ray Bradbury me trouxe para isso. Então, eu passei a ler Phillip K. Dick, o que pode ser meio confuso. O modo que os livros do Phillip K. Dick fazem você se sentir, nós apenas sabemos que ele sabe o que faz! Há certas séries de livros que eu me envolvo que eu sei que são meio bobas para algumas pessoas. Como, Old Man’s War, The Forever War, e recentemente The Expanse, que eles acabaram de tornar em uma série de TV.


Confira as fotos na galeria:

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 Revistas/Jornais – Scans  – 2016


Tradução e adaptação: Juliana Piazza. – Não reproduza sem os devidos créditos, plágio é crime.

No dia 17 de fevereiro de 2016, o elenco de Shadowhunters concedeu entrevistas individuais e realizou um photoshoot conjunto para a revista Regard. Traduzimos para vocês, confira:


Regard: Seu currículo destaca o seu trabalho em filmes. Shadowhunters é a sua primeira série de TV. Você tem preferencia por alguma plataforma? Matthew: Há. Elas são tão diferentes. Particularmente, no entanto, é o tempo. Com a TV, você tem menos tempo para completar mais história. Você tem que terminar várias cenas por dia, episódio por episódio, não sabendo, necessariamente, o que irá acontecer na próxima semana. Muitas horas para filmar, mas tão pouco tempo para completar tudo. Por outro lado, atuar em filmes é um processo lento, mas o resultado final é mais como uma história curta. Você só tem duas ou mais horas para finalizar a produção. Para o ator, isso afeta como você pode trabalhar com o personagem, explorar o personagem, prover nuances, etc. Ultimamente, eu diria que ambos são fascinantes e eu não prefiro nem um nem outro. Eu estou mais inclinado a escolher pela qualidade da história.

Regard: Pelo que vimos até agora, você se encaixa nesse gênero televisivo. O que trouxe você para a série e para o personagem que você interpreta?
Matthew: Essa série é um grande fenômeno mundial. Inicialmente, foi isso que atraiu minha curiosidade. Depois de poder atuar o Alec, eu me sinto muito afeiçoado com ele e sua felicidade. Agora, eu estou obcecado com o seu bem estar, então eu acho que esse é meu atual fator motivacional. Haha.

Regard: Na série, você interpreta o personagem de Alec Lightwood. O que você gosta sobre trazê-lo a vida?
Matthew: Alec é bom, mas danificado e triste. Eu interpreto um homem bom que trabalho através de seus problemas para se tornar um homem melhor e mais feliz. Passar por essa mudança é muito recompensador. Eu espero que isso se traduza para a tela.

Regard: O que os telespectadores podem esperar ver na primeira temporada de Shadowhunters?
Matthew: Decepção. Pessoas mentindo. Pessoas em negação. Pessoas roubando. São treze episódios de pessoas tentando entender o que diabos está acontecendo e encarando decepções constantes, e finalmente, quando eles entendem todas as peças dos vários quebra-cabeças, nós somos deixados com um momento de realização que nos deixa perguntando: ‘Oh! O que acontece depois?’

Regard: Quando se trata de moda, quais são seus designers favoritos e quais os estilos confortáveis que podemos encontrar no seu armário?
Matthew: Limpo, bem feito, roupas bem linhadas. Esse parece ser o meu modus operante. Se encaixa bem, e parece estar gritando: ‘Olhe para mim!’, eu vestiria.


Confira as fotos na nossa galeria:

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Revistas/Jornais – Scans – 2016


Tradução e adaptação: Juliana Piazza. – Não reproduza sem os devidos créditos, plágio é crime.
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