Arquivo de 'Entrevista'



Recentemente, Matthew concedeu uma entrevista e realizou um photoshoot para a The Luxer. Confira a entrevista traduzida pelo nossos parceiros do Lightwoods Brasil:


“Com seus 1,90m de altura, cabelos pretos e olhos penetrantes, Matthew Daddario definitivamente faz valer sua presença. Não deveria ser uma surpresa, que, ele é uma das estrelas de Shadowhunters, uma nova série da rede de TV Freeform, baseada na série de livros Os Instrumentos Mortais, sobre uma guerra centenária entre anjos e demônios. Interpretando Alec Lightwood, o guerreiro estóico e altruísta no lado do bem, Daddario estava ciente do quanto o seu personagem é amado pelos fãs dos livros. Felizmente, esse papel serve para ele como uma luva – não apenas na aparência, mas também porque ele pode se identificar com a humanidade de Alec. Ele tenta encontrar qualidade que fazem o Alec vulnerável, e passas elas para a tela.

Originalmente do Upper East Side da cidade de Nova York, Daddario fez audições para comerciais quando era criança. ‘Minha mãe queria que eu aprendesse a falar em público, e ela achou que esse seria um bom modo de me deixar confortável para falar com outras pessoas.’ ele disse. Ele iria para a Universidade de Indiana em Bloomington mais tarde, onde se formaria em Negócios, parecendo abandonar a carreira de ator. Mas, depois de ver a sua irmã Alexandra Daddario, indo atrás de seu sonho de virar uma atriz, ele correu atrás do seu.

‘Eu não diria que foi um erro estudar na faculdade de Negócios, mas não era minha paixão,’ ele disse. ‘Eu estava fazendo algo que eu achava que seria o melhor para o meu futuro. Então eu percebi que Negócios não é o que eu gostaria de fazer, apenas o que eu achei que deveria fazer.’

Daddario já parece ser parte de uma estrela, e acumulou vários seguidores nas redes sociais, mas ele sabe que isso não é o suficiente para garantir o sucesso nesta indústria. Para ele, grandes atores se tornaram ícones baseado em suas performances. Harrison Ford, por exemplo, é alguém que ele admira. ‘Ele se tornou parte da nossa cultura por causa dos seus grandes papéis como Indiana Jones e Han Solo,’ ele disse. ‘Conseguir papéis bons como esses é o que qualquer cara quer.’

E embora Alec em Shadowhunters pode não ser tão famoso quanto a carreira de Ford, é um importante caminho para ascender para coisas melhores. De fato, ele tem seu olhar nas estrelas. Como ele diz, “Se eu não atuasse, eu teria tentado ser um astronauta.”

Alcançando a fama com “Shadowhunters”

Você fez teste para o filme, Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos, e não conseguiu o papel. Você se sentiu “vingado” de alguma forma, depois de ter sido escalado para a série?

Quando eu consegui o papel na série, eu não estava pensando sobre o filme. Também, eu não creio no sentimento de vingança, que requer animosidade ou amargura. E eu não fiquei com raiva por não conseguir o papel. Então, eu não me senti vingado, mas sim que, neste caso, eles fizeram a escolha certa.

Como você descreveria o Alec, o seu personagem na série? E quais coisas em comum você tem com ele?

Eu compartilho muitas coisas. Alec é controlador. Eu acho que eu costumo ser muito controlador. Eu também costumo jogar a culpa nos outros, antes de mim mesmo, o que ele também faz. Não que eu seja um santo, claro. Eu acho que eu sou do tipo egoísta, que coloca todos antes de você porque gosta de se sentir no controle – você é o único quem vai fazer as escolhas e não dar as pessoas o direito de realizar as próprias tarefas. É quase como um ditador benevolente. Agora, eu entendo o que as pessoas podem e devem realizar as coisas por conta própria. Pessoas são inteligentes; elas são tão capazes quanto eu.

Como você se sente sobre interpretar, essencialmente, um gay que é metade anjo e um guerreiro?

É tudo sobre o contexto. Sim, ele é gay, mas ele também é outras coisas. Ele pode ser metade anjo e um soldado, mas também é um irmão e um filho. Essas coisas certamente geram responsabilidades. Então quando eu olho para o Alec, eu não vejo seus aspectos sobrenaturais – eu olho para a sua humanidade. Isso é uma coisa que eu posso me relacionar. Eu sou um irmão e um filho. Eu acho que o Alec se esforça para encontrar a felicidade em sua vida. Ele não sabe procurar por si próprio.

Como estrelar uma série de TV, que já tinha uma base de fãs construída, afeta sua vida pessoal?

Eu realmente não sei se afeta. Minha vida pessoal não mudou. Agora, eu apenas tenho novas oportunidades, o que é bem legal. Eu posso viajar mais. Agora eu sou questionado, e as pessoas realmente querem ouvir o que eu tenho a dizer, o que ainda é meio louco pra mim.

Como você se sente com a reação dos fãs no YouTube e no Twitter?

Eu aprecio e acho isso fascinante! Quando as pessoas estão animadas com aquilo que você está fazendo, você deve se sentir honrado – a não ser que seja algo negativo. Felizmente, eu não faço nada negativo.

Qual foi a reação de um fã mais memorável que recebeu até agora?

Recentemente, eu estava próximo ao meu apartamento, andando de volta depois de jogar futebol, e teve esse jovem garoto que me reconheceu. Geralmente, são garotas entre 15 e 20 anos. Eu nunca tive um garoto que veio até mim. Ele foi muito amigável, e nós tiramos uma foto. Ele estava muito entusiasmado. Foi muito engraçado. Eu aproveitei isso.

RESUMINDO O ESTILO

Como você descreveria seu estilo?

Eu gosto de coisas que se encaixam. Eu gosto de ter o olhar afiado. Honestamente, eu sou aberto a usar qualquer coisa, se não for muito chamativo. É realmente fácil se ajustar – se não for nada absurdo ou algo que eu não usaria normalmente.

Quem são seus ícones de estilo e por quê?

Depende da situação. Eu não conheço ninguém que se vista perfeitamente em todo momento. Seria algo absurdo, certo? Todo mundo tem trabalhos diferentes, e eles se vestem de acordo com o ambiente. E se você pode se vestir para o trabalho com estilo, então você é um dos meus ícones de estilo. Uma espécie elegante de trabalhador – ele está lá fora!

Como você se sente sobre o estilo do Alec?

Ele definitivamente tem seu próprio senso de estilo. Ele veste muitas coisas escuras. Isso é muito útil. Eu acho que ele tem que se arrumar um pouco.”


Confira um pequeno vídeo liberado pela The Luxer e legendado pela nossa equipe:

Confira todas as fotos do photoshoot na nossa galeria:

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>Ensaios Fotográficos – 2016 – The Luxer

Fonte: x
Tradução e adaptação: Juliana Piazza – não reproduza sem os devidos créditos. Plágio é crime.
 

Recentemente, Matthew concedeu uma entrevista e realizou um photoshoot para a 1883 Magazine. Confira a entrevista traduzida e as fotos na galeria:


“Dando uma pausa em matar entidades demoníacas, o ator da série de fantasia da Freeform: ‘Shadowhunters’, o nova iorquino Matthew Daddario (Alec Lightwood) fala conosco sobre seu papel, gostos e sobre possuir um exército de fãs.

Baseado nos livros de fantasia ‘Os Instrumentos Mortais’, ‘Shadowhunters’ nps traz a visão da autora Cassandra Clare para a TV. Com uma temporada de brilhantes e bizarros eventos sob seu poder, uma segunda temporada de ação de semi-anjos e demônios pode ser esperada, já que foi confirmada pela Freeform.

Conforme crescia, atuar foi a única coisa que você se via fazendo ou você faria alguma outra coisa agora, ao invés de atuar?

Matt:Atuar era mais uma coisa da minha irmã, eu apenas me interessei por isso através dela. Por um tempo, minha mãe me levava para fazer audições como um modo de construir habilidades de falar em público e me dar confiança quando falo na frente de outras pessoas. Eu não gostava muito porque estava assustado com aquilo e achava meio que aterrorizante. Eu tinha outras coisas na minha cabeça e não foi até eu ser um pouco mais velho, com 18 ou 19, que eu voltei para a atuação.

Se você pudesse voltar e dizer algumas palavras de conselho para você mais novo, quais seriam?

Matt:É fácil dizer, ‘Eu deveria ter feito isso ou aquilo’ mas, contando com a informação que era disponível para mim naquela época, eu acho que eu fiz boas decisões. Então, eu diria, talvez, que eu devesse ter me focado um pouco mais nas coisas que me fazem feliz e menos naquilo que irá me guiar para uma carreira mais clássica ou de sucesso.

Qual é seu artista favorito ou influência, de qualquer gênero?

Matt:Eu acho que pessoas que gostam de arte e esse tipo de coisa não são pessoas, nem perto, similares a mim. Por exemplo, eu realmente gosto do Jimi Hendrix, e ele é o cantor mais legal. Eu não gosto de violão e eu não sou, particularmente, musical, mas eu acho que Jimi Hendrix é apenas o melhor. Em outro gênero, eu acho que Picasso é muito bom em representar uma pessoa que era absolutamente surpreendente como um artista, então ele se afastou da arte clássica e criou algo completamente novo, o que é surpreendente.

Então, qual seria o seu álbum favorito do Jimi Hendrix?

Matt:Oh cara, quando eu tinha 16 anos um amigo meu me deu essa coleção antológica. Eu não consigo lembrar como era chamada, mas tinha todas as melhores músicas, algo como 100 músicas de todos seus álbuns, incluindo algumas músicas novas que eu nunca tinha escutado antes. Eu acho que escutar aquela coletânea foi uma exposição a música como eu nunca havia tido antes. Eu lembro de escutar a música ‘Red House’, a qual eu acho que é absolutamente perfeita.

Quais são as principais diferenças entre ‘Shadowhunters’ e seus filmes anteriores?

Matt:Sabe, eu nunca tinha feito nenhuma gravação em set para TV, anteriormente, mas eu nunca tive muita certeza em quais eram as principais diferenças entre filmes e TV, excluindo as coisas óbvias como escala e a duração de tempo que leva. Mas, TV é diferente, e pode não ser apenas nesse caso. É realmente sobre o tempo que você passa com o personagem. Torna-se tão envolvente que não há escapatória; Se você passa meio ano em um personagem é oposto a um filme, quando é mais provável que irá passar 3 ou 4 meses e ao mesmo tempo fazendo muito mais material, parece que você está criando algo mais real, e que tem menos fingimento. Em uma série de TV é mais fácil ter esse crescimento contínuo, enquanto em um filme, que é uma pequena história que usa um pequeno período de tempo, apresenta um crescimento contínuo devagar. Você tem um momento do tempo da vida da pessoa, e você está interpretando aquilo por várias semanas e meses e em uma série de TV você passa por grandes segmentos, então, na minha perspectiva, é divertido fazer ambos, mas eles são coisas totalmente diferentes.

O que, até agora, tem sido seus momentos preferidos da série – dentro e fora das câmeras?

Matt:Eu gosto de assistir todos os outros. É divertido porque, uma das minhas preocupações antes de começarmos, foi que seria seis meses de filmagem, e o que aconteceria com você se todos fossem idiotas e você não gostasse deles. No nosso caso, felizmente, nós todos gostamos um dos outros, então se tornou uma experiência muito boa. Foi fazer algo com os meus amigos e foi muito agradável não ter que se preocupar com nenhum conflito pessoal. Tornou-se seis meses muito divertidos onde todos nós estávamos trabalhando e apoiando um aos outros. Você fica exausto sim já que é muito trabalho, mas eu nunca me encontrei dizendo ‘Cara, eu mal posso esperar para isso acabar’, na verdade, eu fiquei muito triste quando acabou.

Muitos atores afirmam que assistir a si mesmo na tela é uma experiência surrealista e insuportável, como isso é para você?

Matt:Algumas vezes eu vou assistir e pensar ‘oh cara, eu não posso ver isso,’ mas não sempre. Eu acho que eu sempre assisti a mim mesmo para ver o que estou fazendo e no que posso melhorar, então eu não acho estranho. Pessoas podem não querer assistir por estarem, possivelmente, assustadas com o que eles fizeram, o que nesse caso é aceitável, mas eu não penso muito nisso. Eu assisto a mim mesmo toda terça-feira ao vivo, então estou meio acostumado com isso.

Você realmente leu os livros de ‘Os Instrumentos Mortais’ antes do seu papel?

Matt:Anteriormente não, mas eu comecei a lê-los imediatamente depois que peguei o papel e li os dois primeiros e então o terceiro eu lia e parava enquanto filmávamos. Eu também fui exposto a muito material online, já que existe muito material dado pelos fãs, tudo da sua resposta pessoa a história e aos personagens, coisas que eles encontrar em suas imaginações, o que pode ser muito criativo algumas vezes.

O que atraiu você para o papel de Alec Lightwood? O que havia nesse personagem que você pode criar uma empatia e realismo a ele?

Matt:Eu gosto do Alec porque ele é meio que uma pessoa extraviada. Ele tem muitas preocupações e ele está sempre preocupado com o bem-estar dos outros. Ele passa uma boa parte do seu tempo pensando sobre sua família e seus amigos e uma parte não tão grande pensando no que ele quer. Então, ele é um indivíduo muito benevolente; contudo ele sofre as consequências dessa perda de o que ele precisa e quer, e como resultado ele é o tipo de líder fechado, que acha que está fazendo a coisa certa o tempo inteiro, mas não percebe que a falta de reflexão interior guia a fracas decisões. Então, foi muito legar ter um personagem que, conforme a temporada se desenvolveu, foi lentamente saindo dessa visão atrofiada. Nós vemos esse pequeno e lento crescimento durante a temporada e na próxima temporada, eu espero levar isso mais adiante.

Antes de ‘Shadowhunters’ você fez filmes de terror e romance. Como foi a transição para fantasia?

Matt:Não é tão diferente, porque o núcleo de tudo são várias pessoas, existem vários tipos de personagens e criaturas, mas ainda são pessoas e as preocupações são primariamente humanas. Então, as regras de graças sociais e interações ainda são as mesmas enquanto contamos histórias humanas apenas usando diferentes dispositivos, então eu não achei tão diferente. Ocasionalmente, eu dou risada quando, algumas vezes, você está falando com um lobo…. Caçadores meio anjo e meio demônio, e realmente parece um pouco absurdo, mas você coloca essas coisas no canto da sua mente…você trabalha com o mundo como ele é e vai com isso. Há momentos quando nós revisamos e dizemos que é divertido e excêntrico, mas você percebe que o núcleo de tudo é humano.

Falando sobre ser humano, algumas vezes, como fãs, podemos esquecer que nossos ídolos são simples humanos também. Quais são os seus ídolos e você conheceu eles?

Matt:A rega é nunca conheça o seu ídolo, e assim, quando você encontrar alguém que você tem idolatrado, eu sinto como se você só vai ficar decepcionado por encontra-lo. Então, com paixão, eu evito ficar perto de certas pessoas. Por exemplo, eu realmente gosto do Patrick Stewart e Ian McKellen, e eu gostei deles durante a minha vida inteira, então eu fui ver a performance deles em Nova Iorque, que foi fantástica. Minha namorada queria ir e esperar no lado de fora, e talvez ver eles, mas eu disse ‘de jeito nenhum’, porque eu tenho medo que eles me decepcionem de alguma forma. Isso é insano, mas apenas é assim. Eu tento evitar conhecer pessoas, então eu evito a maioria das pessoas que eu idolatro. Eu ficaria muito nervoso conhecendo eles, para ser honesto!

Tornando isso para as suas próprias fãs, você teve algum encontro divertido ou estranho com elas?

Matt:Eu tive alguns, eu penso nas minhas fãs sendo, a maioria, mulheres novas, e recentemente eu estava andando para casa depois de jogar futebol, e duas jovens mulheres e um jovem homem muito animado – não o tipo de pessoa que eu assumiria que assistiria ‘Shadowhunters’ e eu achei isso muito divertido. Na maioria das vezes as pessoas são muito legais. Online as pessoas têm um tipo de anonimato então eles falam coisas estranhas… algumas vezes eu acho que todos são um bando de estranhos. Eu conheci alguns na Disneyland outro dia, eu tinha alguns ingressos extras e eu passei dois deles para duas meninas…elas pediram por uma foto e foi bom ser reconhecido. É legal ser reconhecido, mas dentro de certos limites. Pessoas parecem ficar cansadas disso, mas por enquanto eu acho que é muito doce.

Como é ter uma legião de fãs?

Matt:É doce, eu não penso muito sobre. Elas gostam do meu trabalho e eu estou, basicamente, trabalhando para eles, quando eles sentem algum amor pelo meu personagem e eles estão tremendo e gritando, me mostra que algo está sendo feito certo. Na maior parte, eles são pessoas composta e eu não conheci tantas. Eu conheci eles na Comic Com, mas na maior parte eu estou apenas levando como parte do meu dia. Eu acho que pode ficar estranho. Eu não encontrei nada assim ainda. Talvez um dia.

O que você faz para se manter ocupado e escapar do trabalho?

Matt:Imediatamente, depois de filmas, você tem tempo de ler muito e assistir TV, viajar e esse tipo de coisa. Então tem este período de calmaria, entre o trabalho você faz audições novamente. Eu tento escrever, montar alguns roteiros, falar com pessoas sobre outros projetos e o que poderíamos estar filmando. Você tem tempo livre então tem que achar coisas para fazer – infelizmente, o trabalho parece não render quando você tem tempo livre! Parece que você faz mais coisas quando você está trabalhando!”


Confira as fotos do photoshoot na nossa galeria:

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>Ensaios Fotográficos – 2016 – 1883 Magazine


 Fonte: (x)
Tradução e adaptação: Juliana Piazza – não reproduza sem os devidos créditos. Plágio é crime.

Recentemente, Matthew Daddario se encontrou com a equipe da revista TWIST para falar sobre o departamento de figurino de Shadowhunters. Confira a tradução:


“Os fãs de Shadowhunters sabem que os figurinos da série são pra lá de incríveis. Então quando a TWIST se encontrou recentemente com o ator Matthew Daddario, que interpreta Alec na série da Freeform, lhe pedimos para nos dizer tudo sobre o departamento de figurino no set.

‘Oh cara, é uma sala enorme dirigida por algumas intensas e adoráveis mulheres que sabem de tudo’, ele nos diz. ‘Às vezes você diz: Eu realmente tenho que usar isso? E elas dizem: Sim, você têm, e você vai adorar. E você acaba realmente amando.’

‘Mas andando por lá, é como se fosse um armário que pertencesse a algum tipo de maníaco que não sabe quem realmente quem é’, ele explica. ‘Porque nós temos [coisas de todo mundo] lá, coisas do Magnus, nossas roupas, os lobisomens… é uma loucura. É tudo. Os vampiros e os lobisomens têm aparências específicas. Os caçadores de sombras. É tudo muito legal, e um monte dessas coisas são realmente muito caras.’

Quando perguntamos se ele tentou fugir com quaisquer roupas para usar em seu próprio guarda-roupa, e ele nos deu a resposta mais engraçada.

‘Eu perguntei, e eu não deveria ter feito isso!’, ele brinca.

Em toda seriedade ele acrescenta, ‘Se alguma coisa sumisse, teríamos que informar que estava faltando, e teria causando problemas.’

Estamos contentes de que ele não arriscou perder qualquer um dos equipamentos!”


Fonte: (x)
Tradução e adaptação: Juliana Piazza – não reproduza sem os devidos créditos. Plágio é crime.

Durante o Upfront da Freeform, Matthew conversou com a revista Teen sobre o beijo Malec e o futuro de Alec na segunda temporada. Confiram a entrevista traduzida:


Se você é que nem nós, então ainda não parou de falar sobre o beijou que todo o mundo ouviu sobre – o beijo entre Magnus Bane (Harry Shum Jr.) e Alec Lightwood (Matthew Daddario) de Shadowhunters. Faz algumas semanas desde que o episódio monumental foi ao ar na série da Freeform, mas, sua natureza profunda e o enredo inovador continuam a serem tópicos pela internet e na vida real.

Então, quando nós tivemos a chance de conversar com o elenco da série no Upfront da Freeform 2016 na Cidade de Nova York, não poderíamos falar de outra coisa que não fosse a importância do beijo, tanto na TV e, ainda mais importante, para os telespectadores.

Quando falamos com o Matt sobre a sessão de beijos, ele disse, ‘Eu estou muito feliz em como se resultou. Eu já havia visto anteriormente; foi a única coisa que eu pude ver antes; Então, eu estava muito feliz em como iria ser, e estou muito feliz com a resposta. Todos foram muito entusiásticos, então, eu estou muito feliz.’

Foi, necessariamente, a melhor experiência da sua vida? Não inteiramente. ‘Todas as formas de intimidade forçada são difíceis,’ ele explica. ‘Você não gosta de beijar alguém? Você não vai gostar, especialmente se é na frente das câmeras, quando você tem pessoas te falando o que fazer. E então, depois da, você sabe, sexta vez, você começa a ficar: Ok, eu não gosto de beijar ninguém tanto assim, eu não quero ficar fazendo isso de novo, e de novo, e de novo. Então, eu nunca realmente aproveitei a cena do beijo, mas eu estou muito feliz que ela ficou boa.”

Mas, se você acha que isso significa que tudo será flores para Malec, você está próximo de acordar do sonho, Matt diz, ‘Alec é ainda governado por regras, sabe, ele é racional, então, nós não vamos ver uma mudança total, porque as pessoas não estralam os dedos e, da noite para o dia, tudo está bem. Ele tem muita coisa para trabalhar. Então, eu acho que durante a próxima temporada, enquanto todo o resto está acontecendo, nós vamos ver o Alec trabalhando esses problemas, e tendo melhores termos de quem ele é. Esse é um processo longo. Para algumas pessoas demora muito, para outras leva um tempo mais curto – Eu acho que Alec está entre esses dois extremos.’


Fonte: (x)
Tradução e adaptação: Juliana Piazza – não reproduza sem os devidos créditos. Plágio é crime.
 

Dia 02 de abril de 2016, Matthew e Harry Shum Jr. compareceram ao GLAAD Media Awards, e concederam uma entrevista ao Jim Halterman, do XFinity! Confiram ela, abaixo, legendada:

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