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Matthew Daddario concedeu, junto com o seu colega de trabalho Harry Shum Jr., uma entrevista para a revista OUT onde falam sobre primeiros encontros e o futuro de ‘Malec’. Confira a entrevista traduzida abaixo:


Na drama fantástica Shadowhunters, o feiticeiro Magnus Bane e o guerreiro meio-anjo Alec encaram o seu pior oponente até agora – um primeiro encontro.

A série da Freeform, adaptada da séries popular de livros da autora Cassandra Clare, mostra um mundo sobrenatural com magia, demônios que assumem a forma humana, e um problema, de nível apocalíptico, do bem e do mal – e até mesmo famílias – um contra o outro.

Mas os fãs da série vivem pelo relacionamento entre os personagens de, ninguém menos que Magnus (Harry Shum Jr.) e Alec (Matthew Daddario), ou “Malec,” como os chamam. Enquanto os dois terminaram a primeira temporada com um beijo explosivo, a segunda temporada não deu muito tempo para desenvolverem o relacionamento. Até agora.

Na semana passada, o par finalmente foi para um, muito prometido, primeiro encontro – que foi doce e estranho, e totalmente relacionável, se você viveu alguns séculos e namorou algumas milhares de pessoas.

Nós falamos com os dois atores, antes do episódio dessa segunda, que promete mais momentos do casal.

Out: Como o seu personagem evoluiu da primeira até a segunda temporada?

Harry Shum Jr.: Para Magnus, nós apenas vimos uma pequena porção da sua vida na tela. Ele é um cara que viveu por séculos, que passou por muita coisa, mas você só consegue ver uma fração do que ele passou. Ele pensou que não iria ter nenhuma experiência nova. Mas quando Alec começa a entrar em sua vida, ele tem esperanças de amar novamente.

Matthew Daddario: Na primeira temporada, Alec era aquele jovem muito fechado. Ele era muito contido; tentava esconder quem ele era. Focava em ajudar os outros, apenas para não pensar em si mesmo. Agora, ele está sendo forçado a perceber que não pode continuar sendo desse jeito, e está se tornando mais aberto, uma pessoa emocionalmente acessível.

Como vocês abordaram a filmagem do primeiro encontro?

Harry: Nós (eu e Matt) sabíamos como essa cena era importante, tanto para os fãs dos livros como para as pessoas que se apaixonaram pela série. Indo para a cena do encontro, nós queríamos que Magnus e Alec colocassem os pés no chão – que haveria um elemento humano ali, fora da fantasia. Sim, nós estamos interpretando um feiticeiro e um caçador de sombras, mas nós continuamos nos perguntando – será que alguém pode se relacionar com dois caras tentando entender como se conectar em um nível maior que apenas atração física?

Matthew: Foi uma cena divertida; eu gostaria que tivéssemos mais saídas e encontros. Eles não tiveram tempo para conhecer um ao outro, então enviá-los para um encontro abria muito espaço para diversão. Eles são muito diferentes, mas eles possuem os mesmos valores chaves. É um momento muito real para uma série com lobisomens e pessoas mudando de forma em todo canto. Talvez nós vamos deixar o Alec bêbado para ele, finalmente, poder se soltar. [Risos.]

O que vocês acham que é a mensagem mais poderosa para os telespectadores sobre como os seus personagens abordam sua sexualidade?

Harry: Magnus apena ama – não se importa com gêneros, com Magnus tudo é apenas amor. Ele não te coloca em uma categoria específica. Essa é a beleza do Magnus – ele se machucou tantas vezes que está aberto para o amor em todas plataformas.

Matthew: Eu pensei muito sobre isso. Alec é jovem e tem diversas coisas acontecendo na sua vida, mas ele nunca foi capaz de admitir para si mesmo quem ele é, e quem ele sente atração sexual por. Até mesmo com o mundo basicamente acabando ao redor dele, ser incapaz de admitir esse tipo de coisa acaba com uma pessoa. Você pode fazer tudo na sua vida muito bem, mas essa desonestidade ainda acaba com você. Sério: Alec é um pouco filho da mãe. Agora que ele se abriu, ele é uma pessoa muito mais feliz.

O que podemos esperar, nos episódios seguintes, para ‘Malec’?

Harry: Pode tomar um caminho bom ou ruim. Assim como qualquer pessoa que você conheça, no encontro você descobre coisas que não são ideais para um parceiro. Você quer ter um tempo para digerir tudo; é isso que eles precisam.

Matthew: Alec não é o operador mais suave. [Risos]. Ele não é bom em situações assim. Ele tenta procurar algum concelho, e ele é curioso. Mas, mesmo com o mundo acabando, quando o Alec precisa, ele toma o comando.

Vocês têm alguma história de primeiro encontro estranha?

Harry: Eu acho que todo encontro que eu tive no ensino médio foi estranho. [Risos.] Eu estava tentando ser o par ideal, e isso só me deixou falido, porque eu pensei que deveria comprar flores e todas essas coisas. Eu estava tentando tanto impressionar essas garotas, mas os encontros que nós apenas saíamos para comer cachorro quente ou coisa assim, esses são os que significam mais.

Matthew: Quando eu penso em um “primeiro encontro,” eu penso em conhecer alguém em uma cafeteria ou em um encontro às cegas. Então eu nunca estive, realmente, em um primeiro encontro nesse sentido. Eu acho que esses só acontecem em filmes, mas outras pessoas me contaram que são reais [Risos.]


Fonte: (x)
Tradução e adaptação: Juliana Piazza – não copie ou reproduza sem os devidos créditos.

Matthew concedeu uma pequena entrevista e fez um photoshoot maravilhoso para a BuzzFeed! Confira abaixo a entrevista traduzida e as fotos na nossa galeria.


27 coisas que aprendemos no set com Matthew Daddario

1. Se alguém pudesse te interpretar em um filme, quem você escolheria?

M: Cate Blanchett arrasaria. Você pode ver se ela está disponível?

2. Qual foi o primeiro CD que você comprou?

M: Hahahaha, não.

3. Descreva seu estilo em três palavras.

M: Coisas que servem.

4. História mais louca com um fã?

M: Uma vez eu entrei em uma loja e um cara veio ajudar. Ele estava falando comigo por um minuto e eu estava usando minha capacidade semi-social. Ele deu um passo para trás, me olhou de cima abaixo e diz: “Ei, espere um pouco… você parece com aquele cara daquela série.” Eu falei: “É?” E ele diz: “Sim, aquele cara daquela série. Droga. Você parece igual a ele.” Era de uma série diferente com um cara que usa flechas. Eu fiquei: “Oh, sim, eu escuto isso algumas vezes.”

5. Último livro que você leu?

M: Eu estive lendo Dune. É legal quando você não leu um livro em dez anos, então você esquece a maior parte dele e é como se estivesse lendo algo novo. É ótimo.

6. Qual é a coisa que mais te incomoda?

M: Quando algum panaca para no topo de uma escada e ele não tem certeza se está indo na direção certa e acaba causando com que cinco pessoas fiquem empilhadas atrás dele.

7. Qual é o show mais memorável que você já foi?

M: Com coisas assim, os memoráveis parecem ser aqueles que as pessoas não conseguem lembrar.

8. Última pessoa que te mandou uma mensagem?

M: A minha agente, Donnalyn. Estava se certificando que eu respondesse as perguntas do BuzzFeed. Eu disse pra ela que eu respondi.

9. Qual emoji você mais usa?

M: Aquele com os olhos, onde parece que ele foi pego, mas tenta fazer um rosto sério e falha. Também, as vezes, eu escrevo a descrição do rosto.

10. Quem é o seu doppelgänger (alguém idêntico a você)?

M: Um cara que vive perto da Union Square continua a me colocar em problemas com amigos. Umas dez pessoas diferentes me dizem: “Eu vi você na Union Square e te chamei, mas você não me respondeu!” Eu: “Eu estou em Toronto.”

11. Reality Show favorito?

M: Aquele onde eles cozinham uma refeição sob pressão e se eles não fazem a tempo, ou se não é boa o suficiente, eles têm que entrar em um poço de gladiadores ou algum horror antigo indizível. Amo esse show. Também gosto de Planet Earth.

12. Qual é a celebridade que você tem uma queda por?

M: Eu não sou bom com isso. E se eles não gostarem da mesma comida que eu? Eu não consigo lidar com esse tipo de decepção.

13. Uma coisa da qual você não pode viver sem?

M: Queijo frito.

14. Um prazer que você se sente culpado por ter?

M: Fritar queijo cheddar e parmesão em uma frigideira e, então, comer até eu estar nojento.

15. Comida que você mais gosta?

M: Eu ponho aquele queijo, que falei acima, na minha barriga até eu estar confortável.

16. Lugar dos sonhos para passar as férias?

M: Uma cidade grande ou uma praia quente.

17. Talento escondido?

M: Sou muito, muito bom em comer coisas grudentas e oleosas de uma panela quente.

18. Uma palavra que você diz com frequência? 

M: Eu, provavelmente, xingo com muita frequência. É engraçado fazer isso com amigos, inimigos, quando você cai, quando você assiste esportes… todo o tempo, na verdade. É apenas ótimo. Mas se alguém ler isso… não xingue. É ruim, e se vocês todos fizerem isso ao mesmo tempo não vai ser tão divertido quanto quando eu faço.

19. Lugar favorito para visitar?

M: O Natural History Museum em Nova Iorque. Eles têm uma pedra que eu quero roubar. Mas eu não vou. Carinha piscando.

20. Nomeie algo da sua lista de coisas que quer fazer.

M: Isso soa como uma pergunta muito pessoal, BuzzFeed. Eu estou tentado a inventar algo. Eu quero ser presidente por dois anos e então sofrer um impeachment após um escândalo falso. Então, no ano seguinte, eu me justifico, e todo mundo me quer como presidente novamente, mas eu estou muito ocupado com outras coisas.

21. Se você pudesse convidar cinco pessoas – mortas ou vivas- para um jantar, quem seriam?

M: Eu recém estive em Roma. Me dê um imperador, gladiador, cínico, um ator e uma forte dama romana. Então nós beberíamos vinho.

22. Maior medo?

M: Envenenamento por comida. Eu odeio isso. Odeio tanto. E você sabe o que é estranho? Os restaurantes são, mais frequentemente, os culpados.

23. Melhor conselho que já te deram?

M: “Os melhores planos de ratos e homens, frequentemente, irão tortos.” parece sempre se provar verídico.

24. Qual é o plano de fundo no seu celular?

M: Um cachorro comendo flores.

25. Música favorita de 2016?

M: Eu gosto daquele música de Narcos.

26. Qual foi a última coisa que você procurou no Google?

M: “O que é um tubo seco.” Eu poderia fingir que é algo engraçado ou profundo, mas eu estaria mentindo, e todo mundo sabe que as pessoas não mentem em entrevistas para se tornarem mais interessantes ou atraentes.

27. O que você espera para 2017?

M: Eu escrevi uma resposta sincera sobre a sociedade como um todo, mas eu percebi que eu apenas quero que achem o túmulo do Genghis Khan esse ano.


Confira as fotos do photoshoot na nossa galeria:

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> Ensaios Fotográficos – 2017 – BuzzFeed

Entrevista original: (x)
Tradução e adaptação: Juliana Piazza – não reproduza sem os devidos créditos.

 

O site EW liberou a primeira foto oficial do Matthew e Harry Shum Jr. na segunda temporada de Shadowhunters, junto com uma pequena entrevista com Slavkin – falando sobre o destino de Malec na temporada. Confira abaixo a matéria traduzida e a foto na galeria:


Quando Shadowhunters encerrou sua primeira temporada, Magnus e Alec haviam compartilhado o seu primeiro beijo, mas não muito mais que isso. As boas notícias? Isso deixa muita coisa para ser explorada na segunda temporada.

EW tem uma primeira imagem, exclusiva, de um momento Malec na segunda temporada, que se inicia momentos depois da finale da primeira temporada. “Nós não perdemos nada entre a finale e a premiere,” o showrunner Todd Slavkin conta para EW. Slavkin e Darren Swimmer, melhor conhecidos por Smallville, são novos para a série nesta temporada, pegando o comando de Ed Decter, que dirigiu a primeira temporada.

 

Falando, especificamente sobre o que está guardado para Malec, Slavkin diz: “Por causa das complicações no final da primeira temporada, e Jace tendo ido embora, nós podemos realmente mostrar a evolução do relacionamento desde o início. Eles tem que aprender a conhecer um ao outro e nós conseguimos acompanhar isso. Eles são de dois mundos muito diferentes – um é um feiticeiro, outro é um caçador de sombras. Um é muito experiente e viveu por séculos e já esteve com muitos, muitos, muitos homens e mulheres, e então há o Alec, que é um rapaz jovem que está apenas sendo introduzido ao mundo de relacionamentos. Nós achamos que isso foi ótimo na primeira temporada, e é um relacionamento em que estamos profundamente investidos e tem um grande e interessante potencial.”


Confira a primeira foto oficial na nossa galeria:

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> Séries  de TV – Shadowhunters (2016-?) – 2ª temporada – Stills

Fonte: (x)
Tradução e adaptação: Juliana Piazza – não reproduza sem os devidos créditos. Plágio é crime.

 

Matthew concedeu uma entrevista junto com um novo photoshoot para a edição de setembro da revista August Man. Confira abaixo a entrevista traduzida e as fotos na galeria:


“Eu gosto quando a fama não estraga a pura exuberância de ser um artista. Os mais velhos, incansavelmente, discutem sobre como jovens atores raramente trabalham duro para aperfeiçoar seu trabalho. Os novatos de Hollywood estão focados nas fotografias do tapete vermelho e participar de estúpidas brigas no Twitter. Então, novamente, diretores de filmes e financistas deveriam dividir a culpa. Não é incomum para atores/atrizes serem escolhidos baseado no quão numeroso os seus seguidores em redes sociais são. Uma grande base de fãs significa que o estúdio tem uma base extra para vender seus filmes. Até mesmo Cavin Klein falou algo similar quando Kendall Jenner se tornou o novo rosto da marca que leva seu nome.

Eu não estou dizendo que Matthew Daddario foi cortado de um pano melhor. Ou que ele acompanha atentamente os nuances dos bastidores como um veterano para inserir em seu próprio repertório. Mas ele cita alguns reconfortantes clássicos como inspirações, como você irá ler mais abaixo. E o mais importante é que você pode sentir a sua animação pulando para fora da página, conforme ele responde o nosso pequeno Q&A com o coração. Colega de Harry Shum Jr., que também está arrasando no set de Shadowhunters, ele é um raro achado por ter talento, ser honesto e, propriamente, fundamentado em quem ele é e de onde ele veio. Porque como todo mundo que aproveita da publicidade sabe que ninguém fica ali para sempre. Nós consideramos que sua fama está crescendo, e se você permite um pouco de ostentação da August Man, nós temos um olho certo em sempre escolher aqueles que vão longe. Senhores, por favor, conheçam o alto, moreno e afável, Matt Daddario.

Wikipedia diz que você estudou Administração. Quem teve essa ideia?

M: Nunca me passou pela cabeça não ir para a faculdade. Com 17/18 anos, eu precisava tomar uma decisão sobre o que estudar. Eu meio que pensei que eu queria ser médico, mas eu acho que eu estava, eventualmente, assustado com isso, uma vez que percebi o quão longo é o processo antes de você realmente conquistar o status de “doutor”. Depois de alguma consideração, eu me candidatei para as 10 mais baratas faculdades de Administração com os mais curtos processos para entrar, e a Universidade de Indiana se encaixava em todos os critérios. Eu arbitrariamente (ou talvez não arbitrariamente de verdade) me candidatei para a busca de escolas. Mas acho que aquela acabou sendo a única faculdade para qual eu me candidatei. Honestamente, eu era jovem… eu poderia estar viajando um pouco. Pode soar cliché, mas em qualquer top-100 (talvez 200 ou 300) de universidades, você tira daquilo o que você colocou ali.

Também diz que seu pai era ex-chefe da luta contra o terrorismo inferior ao Prefeito Blosemberg. Você se sentiu, como diz o ditado “tal pai, tal filho”? Isso se aplica em alguma coisa, ou em nada?

M: Bem, se você quer saber se eu estive lutando contra o terrorismo durante toda minha vida, então sim. Mas eu opero sob um título menos chique, eu sou mais um vigilante. Eu estou brincando, claro. Me falta o foco, a dedicação e a incorruptibilidade do meu pai.

Quais eram seus filmes e séries favoritos?

M: Eu tenho memórias de assistir Seinfeld no quarto dos meus pais quando era criança. Eu gostava, mas você sabe o que é estranho? Eu realmente não lembro. Eu sempre tive problemas com o conceito de “favoritos”. Muitas coisas tem seu mérito e apelo para mim. Pensando em Seinfeld, eu tenho que dizer Curb Your Enthusiasm pode se qualificar como um favorito. E agora eu estou pensando em Veep. Eu amo Veep também.

Quais são algumas lições de seus mentores que ficaram com você até agora?

M: A coisa engraçada sobre lições em geral é que, eu acho que as pessoas não as aprendem quando elas lhes são ditas. De preferência, aquilo tem que acontecer com eles e então eles vão dizer: “oh cara, Senhor/Senhora Fulano de Tal me disse para esperar isso, eles estavam certos. Eu vou esperar isso no futuro”. Faz sentido?

Dos filmes para a TV, qual foi o seu processo para se tornar ator? E você tem algum ritual que te ajuda a entrar em um personagem?

M: Ficar calmo e focado antes das cenas. Ter certeza que eu sei onde o meu personagem se encontra mentalmente, e que eu chegue lá. Nunca estar cansado ou entediado, a não ser que de alguma forma (muito raramente) ajude na cena.

Perfeccionista [ser o seu pior crítico] versus Bem Sucedido [não se preocupar com os detalhes, apenas que você fez o seu melhor]. Qual descreve a sua ética de trabalho melhor?

M: Perfeccionista é um conceito bobo, porque apenas existe quando há um grupo distinto de critérios a serem preenchidos. As coisas raramente são assim. “Eu sou o médico perfeito!” O que isso significa? Eu curei todas as pessoas? Eu sempre deixo meus pacientes confortáveis? Eu nunca dei um diagnóstico errado? Qual é o critério? Então, bem sucedido é mais realista. Mas, novamente, ser bem sucedido é relativo. Eu poderia ser o melhor em alguma coisa em um grupo de pessoas, mas em outro eu poderia ser ignorante. Idealmente, a minha ética de trabalho seria definida por resetar a barra sempre que eu conheço alguém melhor que eu em alguma coisa, e então trabalhar para ser melhor que eles.

Ninguém quer ser estereotipado, mas qual tipo de papel se encaixa melhor com a sua personalidade/estilo?

M: Super-herói, explorador do espaço ou agente secreto, é óbvio.

Conte-me um pouco sobre a sua experiência em Shadowhunters. Quais foram suas primeiras expectativas, e como isso evoluiu durante a temporada?

M: A princípio eu não tinha ideia do que esperar. As coisas enlouqueceram muito rapidamente, de qualquer maneira, e eventualmente eu apenas aprendi a não esperar nada. Os roteiros estavam sempre mudando e nós estávamos sempre trabalhando uns com os outros para fazer tudo ficar coerente. Foi uma primeira temporada muito orgânica, que eu estou muito, muito agradecido. Muita coisa é aprendida quando você está em constante adaptação.

Você faz as suas próprias acrobacias?

M: Sabe quando você está se mudando, e você tem todas essas caixas e todas essas coisas pesadas que precisa levar para fora da casa? Então você diz: “Eu apenas vou carregar tudo isso para uma caminhonete que aluguei e levar tudo com um carrinho pelas escadas! Eu sou capaz disso, porque sou forte e novo!” Então, você faz metade daquilo e percebe que mover esse armário vai causar a minha morte. Assim é como você coloca o seu ego de lado e traz um profissional para fazer isso por você. Então, mesma ideia da mudança, exceto que em algumas vezes você está se jogando de coisas altas ou tendo o seu rosto esmagado por uma pedra.

Como o seu melhor amigo te descreveria?

M: Cara, depende do melhor amigo. Eu tenho alguns melhores amigos parecidos. Eu vou mandar mensagem para três deles para descobrir. Ok, eu escrevi, “Oi, como você me descreveria?” e eu recebi vários insultos até agora, é um banho de sangue, na verdade.

Você está em uma daquelas séries de namoro dos anos 70. Descreva como você se parece, para uma pessoa que você quer impressionar, dos bastidores.

M: Eu teria me descrito como algo muito, muito estranho para fazer com que eles se sentissem como se tivessem que ver como eu me pareço. “Devido a um estranho defeito de nascimento, meus olhos são roxos brilhantes.” Quero dizer, eu iria escolher essa pessoa porque eu iria apenas precisar ver. Há muitos lugares para se conhecer pessoas, mas você conhece apenas uma pessoa de olhos roxos.

Foi lhe dado uma chance de voltar no tempo, para que idade você voltaria, e o que você faria de diferente?

M: Além das óbvias respostas relacionadas com investimentos para essa pergunta… Eu não acho que eu mudaria alguma coisa. Eu não iria querer correr algum risco com isso. Eu gosto da minha vida, na maior parte. Eu sou saudável. Eu provavelmente voltaria e me focaria mais em aprender outra linguagem ou aprender a tocar piano. Mas talvez, então, eu seria um pianista depressivo? Nem me faça começar com essa pergunta.

Qual é a sua maior inspiração da vida?

M: Eu li ‘Surely You’re Joking Mr. Feynman’ quando era criança, e algumas outras vezes depois disso. O modo como Richard Feynman vê o mundo, e o que ele fez com a sua vasta inteligência e criatividade no tempo que ele tinha, é realmente algo. Dá certa perspectiva. Curiosidade e investigação são as coisas que fazem a vida interessante.

Em uma escala de 1 até 10, o quão sortudo você é na vida?

M: Varia dependendo do que estamos olhando. Também, como muitas coisas, é relativo. Tenho certeza que alguém pode calcular e determinar exatamente o quão sortudo sou, em comparação ao resto da população mundial.

Que tipo de filme você iria escrever/dirigir?

M: Eu já escrevi alguns roteiros. Alguns são absurdos. Outros são mais sérios. Alguns eu tenho muito orgulho. Eu espero que algum deles sejam feitos. Essa é uma resposta ambígua. Eu gosto de histórias onde um homem, cuja vida está em algum tipo de campo de batalha, é então colocado em um mundo completamente diferente, onde ele é forçado a se adaptar e mudar para conseguir ter sucesso ou sobreviver. Normalmente, é engraçado e possibilita explorar todos momentos, assim como os momentos emotivos.

Conte-me algo ruim sobre você.

M: Eu como em qualquer lugar da casa. Eu comeria biscoito de queijo na cama.

Que tipo de carro você dirige? M: Eu não tenho um carro. Eu alugo carros e tenho, como resultado, desenvolvido um conhecimento bem forte sobre quais são as marcas que eu gosto, qual estilo, acessórios, qualidades que eu gosto, etc. Talvez alguém vá me mostrar algo que me faça dizer, “Esse é o carro que eu quero, com certeza”, mas isso não aconteceu ainda.

Em qual esporte você é mais competitivo?

M: Ah cara, basquete, baseball, tênis, futebol. Eu realmente gosto de esportes. A pior parte de envelhecer é que a dificuldade para juntar um grupo e jogar algo aumenta. Na verdade, nos últimos anos eu tenho jogado futebol nos domingos com um grupo de caras e é muito, muito legal. Começou faz um tempo, mas tem se tornando mais intenso. Na verdade, se tornou um pouco perigoso. Nós começamos a levar muito a sério e agora há machucados frequentemente. Tipo, toda semana. Hmmmm.”


Confira os 6 scans, em HQ, da entrevista na nossa galeria:

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> Revistas/Jornais (Scans) – 2016 – August Man

Fonte: (x)
Tradução e adaptação: Juliana Piazza – não reproduza sem os devidos créditos. Plágio é crime.

Recentemente, Matthew concedeu uma entrevista e realizou um photoshoot para a The Luxer. Confira a entrevista traduzida pelo nossos parceiros do Lightwoods Brasil:


“Com seus 1,90m de altura, cabelos pretos e olhos penetrantes, Matthew Daddario definitivamente faz valer sua presença. Não deveria ser uma surpresa, que, ele é uma das estrelas de Shadowhunters, uma nova série da rede de TV Freeform, baseada na série de livros Os Instrumentos Mortais, sobre uma guerra centenária entre anjos e demônios. Interpretando Alec Lightwood, o guerreiro estóico e altruísta no lado do bem, Daddario estava ciente do quanto o seu personagem é amado pelos fãs dos livros. Felizmente, esse papel serve para ele como uma luva – não apenas na aparência, mas também porque ele pode se identificar com a humanidade de Alec. Ele tenta encontrar qualidade que fazem o Alec vulnerável, e passas elas para a tela.

Originalmente do Upper East Side da cidade de Nova York, Daddario fez audições para comerciais quando era criança. ‘Minha mãe queria que eu aprendesse a falar em público, e ela achou que esse seria um bom modo de me deixar confortável para falar com outras pessoas.’ ele disse. Ele iria para a Universidade de Indiana em Bloomington mais tarde, onde se formaria em Negócios, parecendo abandonar a carreira de ator. Mas, depois de ver a sua irmã Alexandra Daddario, indo atrás de seu sonho de virar uma atriz, ele correu atrás do seu.

‘Eu não diria que foi um erro estudar na faculdade de Negócios, mas não era minha paixão,’ ele disse. ‘Eu estava fazendo algo que eu achava que seria o melhor para o meu futuro. Então eu percebi que Negócios não é o que eu gostaria de fazer, apenas o que eu achei que deveria fazer.’

Daddario já parece ser parte de uma estrela, e acumulou vários seguidores nas redes sociais, mas ele sabe que isso não é o suficiente para garantir o sucesso nesta indústria. Para ele, grandes atores se tornaram ícones baseado em suas performances. Harrison Ford, por exemplo, é alguém que ele admira. ‘Ele se tornou parte da nossa cultura por causa dos seus grandes papéis como Indiana Jones e Han Solo,’ ele disse. ‘Conseguir papéis bons como esses é o que qualquer cara quer.’

E embora Alec em Shadowhunters pode não ser tão famoso quanto a carreira de Ford, é um importante caminho para ascender para coisas melhores. De fato, ele tem seu olhar nas estrelas. Como ele diz, “Se eu não atuasse, eu teria tentado ser um astronauta.”

Alcançando a fama com “Shadowhunters”

Você fez teste para o filme, Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos, e não conseguiu o papel. Você se sentiu “vingado” de alguma forma, depois de ter sido escalado para a série?

Quando eu consegui o papel na série, eu não estava pensando sobre o filme. Também, eu não creio no sentimento de vingança, que requer animosidade ou amargura. E eu não fiquei com raiva por não conseguir o papel. Então, eu não me senti vingado, mas sim que, neste caso, eles fizeram a escolha certa.

Como você descreveria o Alec, o seu personagem na série? E quais coisas em comum você tem com ele?

Eu compartilho muitas coisas. Alec é controlador. Eu acho que eu costumo ser muito controlador. Eu também costumo jogar a culpa nos outros, antes de mim mesmo, o que ele também faz. Não que eu seja um santo, claro. Eu acho que eu sou do tipo egoísta, que coloca todos antes de você porque gosta de se sentir no controle – você é o único quem vai fazer as escolhas e não dar as pessoas o direito de realizar as próprias tarefas. É quase como um ditador benevolente. Agora, eu entendo o que as pessoas podem e devem realizar as coisas por conta própria. Pessoas são inteligentes; elas são tão capazes quanto eu.

Como você se sente sobre interpretar, essencialmente, um gay que é metade anjo e um guerreiro?

É tudo sobre o contexto. Sim, ele é gay, mas ele também é outras coisas. Ele pode ser metade anjo e um soldado, mas também é um irmão e um filho. Essas coisas certamente geram responsabilidades. Então quando eu olho para o Alec, eu não vejo seus aspectos sobrenaturais – eu olho para a sua humanidade. Isso é uma coisa que eu posso me relacionar. Eu sou um irmão e um filho. Eu acho que o Alec se esforça para encontrar a felicidade em sua vida. Ele não sabe procurar por si próprio.

Como estrelar uma série de TV, que já tinha uma base de fãs construída, afeta sua vida pessoal?

Eu realmente não sei se afeta. Minha vida pessoal não mudou. Agora, eu apenas tenho novas oportunidades, o que é bem legal. Eu posso viajar mais. Agora eu sou questionado, e as pessoas realmente querem ouvir o que eu tenho a dizer, o que ainda é meio louco pra mim.

Como você se sente com a reação dos fãs no YouTube e no Twitter?

Eu aprecio e acho isso fascinante! Quando as pessoas estão animadas com aquilo que você está fazendo, você deve se sentir honrado – a não ser que seja algo negativo. Felizmente, eu não faço nada negativo.

Qual foi a reação de um fã mais memorável que recebeu até agora?

Recentemente, eu estava próximo ao meu apartamento, andando de volta depois de jogar futebol, e teve esse jovem garoto que me reconheceu. Geralmente, são garotas entre 15 e 20 anos. Eu nunca tive um garoto que veio até mim. Ele foi muito amigável, e nós tiramos uma foto. Ele estava muito entusiasmado. Foi muito engraçado. Eu aproveitei isso.

RESUMINDO O ESTILO

Como você descreveria seu estilo?

Eu gosto de coisas que se encaixam. Eu gosto de ter o olhar afiado. Honestamente, eu sou aberto a usar qualquer coisa, se não for muito chamativo. É realmente fácil se ajustar – se não for nada absurdo ou algo que eu não usaria normalmente.

Quem são seus ícones de estilo e por quê?

Depende da situação. Eu não conheço ninguém que se vista perfeitamente em todo momento. Seria algo absurdo, certo? Todo mundo tem trabalhos diferentes, e eles se vestem de acordo com o ambiente. E se você pode se vestir para o trabalho com estilo, então você é um dos meus ícones de estilo. Uma espécie elegante de trabalhador – ele está lá fora!

Como você se sente sobre o estilo do Alec?

Ele definitivamente tem seu próprio senso de estilo. Ele veste muitas coisas escuras. Isso é muito útil. Eu acho que ele tem que se arrumar um pouco.”


Confira um pequeno vídeo liberado pela The Luxer e legendado pela nossa equipe:

Confira todas as fotos do photoshoot na nossa galeria:

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>Ensaios Fotográficos – 2016 – The Luxer

Fonte: x
Tradução e adaptação: Juliana Piazza – não reproduza sem os devidos créditos. Plágio é crime.
 
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