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Matthew concedeu uma pequena entrevista e fez um photoshoot maravilhoso para a BuzzFeed! Confira abaixo a entrevista traduzida e as fotos na nossa galeria.


27 coisas que aprendemos no set com Matthew Daddario

1. Se alguém pudesse te interpretar em um filme, quem você escolheria?

M: Cate Blanchett arrasaria. Você pode ver se ela está disponível?

2. Qual foi o primeiro CD que você comprou?

M: Hahahaha, não.

3. Descreva seu estilo em três palavras.

M: Coisas que servem.

4. História mais louca com um fã?

M: Uma vez eu entrei em uma loja e um cara veio ajudar. Ele estava falando comigo por um minuto e eu estava usando minha capacidade semi-social. Ele deu um passo para trás, me olhou de cima abaixo e diz: “Ei, espere um pouco… você parece com aquele cara daquela série.” Eu falei: “É?” E ele diz: “Sim, aquele cara daquela série. Droga. Você parece igual a ele.” Era de uma série diferente com um cara que usa flechas. Eu fiquei: “Oh, sim, eu escuto isso algumas vezes.”

5. Último livro que você leu?

M: Eu estive lendo Dune. É legal quando você não leu um livro em dez anos, então você esquece a maior parte dele e é como se estivesse lendo algo novo. É ótimo.

6. Qual é a coisa que mais te incomoda?

M: Quando algum panaca para no topo de uma escada e ele não tem certeza se está indo na direção certa e acaba causando com que cinco pessoas fiquem empilhadas atrás dele.

7. Qual é o show mais memorável que você já foi?

M: Com coisas assim, os memoráveis parecem ser aqueles que as pessoas não conseguem lembrar.

8. Última pessoa que te mandou uma mensagem?

M: A minha agente, Donnalyn. Estava se certificando que eu respondesse as perguntas do BuzzFeed. Eu disse pra ela que eu respondi.

9. Qual emoji você mais usa?

M: Aquele com os olhos, onde parece que ele foi pego, mas tenta fazer um rosto sério e falha. Também, as vezes, eu escrevo a descrição do rosto.

10. Quem é o seu doppelgänger (alguém idêntico a você)?

M: Um cara que vive perto da Union Square continua a me colocar em problemas com amigos. Umas dez pessoas diferentes me dizem: “Eu vi você na Union Square e te chamei, mas você não me respondeu!” Eu: “Eu estou em Toronto.”

11. Reality Show favorito?

M: Aquele onde eles cozinham uma refeição sob pressão e se eles não fazem a tempo, ou se não é boa o suficiente, eles têm que entrar em um poço de gladiadores ou algum horror antigo indizível. Amo esse show. Também gosto de Planet Earth.

12. Qual é a celebridade que você tem uma queda por?

M: Eu não sou bom com isso. E se eles não gostarem da mesma comida que eu? Eu não consigo lidar com esse tipo de decepção.

13. Uma coisa da qual você não pode viver sem?

M: Queijo frito.

14. Um prazer que você se sente culpado por ter?

M: Fritar queijo cheddar e parmesão em uma frigideira e, então, comer até eu estar nojento.

15. Comida que você mais gosta?

M: Eu ponho aquele queijo, que falei acima, na minha barriga até eu estar confortável.

16. Lugar dos sonhos para passar as férias?

M: Uma cidade grande ou uma praia quente.

17. Talento escondido?

M: Sou muito, muito bom em comer coisas grudentas e oleosas de uma panela quente.

18. Uma palavra que você diz com frequência? 

M: Eu, provavelmente, xingo com muita frequência. É engraçado fazer isso com amigos, inimigos, quando você cai, quando você assiste esportes… todo o tempo, na verdade. É apenas ótimo. Mas se alguém ler isso… não xingue. É ruim, e se vocês todos fizerem isso ao mesmo tempo não vai ser tão divertido quanto quando eu faço.

19. Lugar favorito para visitar?

M: O Natural History Museum em Nova Iorque. Eles têm uma pedra que eu quero roubar. Mas eu não vou. Carinha piscando.

20. Nomeie algo da sua lista de coisas que quer fazer.

M: Isso soa como uma pergunta muito pessoal, BuzzFeed. Eu estou tentado a inventar algo. Eu quero ser presidente por dois anos e então sofrer um impeachment após um escândalo falso. Então, no ano seguinte, eu me justifico, e todo mundo me quer como presidente novamente, mas eu estou muito ocupado com outras coisas.

21. Se você pudesse convidar cinco pessoas – mortas ou vivas- para um jantar, quem seriam?

M: Eu recém estive em Roma. Me dê um imperador, gladiador, cínico, um ator e uma forte dama romana. Então nós beberíamos vinho.

22. Maior medo?

M: Envenenamento por comida. Eu odeio isso. Odeio tanto. E você sabe o que é estranho? Os restaurantes são, mais frequentemente, os culpados.

23. Melhor conselho que já te deram?

M: “Os melhores planos de ratos e homens, frequentemente, irão tortos.” parece sempre se provar verídico.

24. Qual é o plano de fundo no seu celular?

M: Um cachorro comendo flores.

25. Música favorita de 2016?

M: Eu gosto daquele música de Narcos.

26. Qual foi a última coisa que você procurou no Google?

M: “O que é um tubo seco.” Eu poderia fingir que é algo engraçado ou profundo, mas eu estaria mentindo, e todo mundo sabe que as pessoas não mentem em entrevistas para se tornarem mais interessantes ou atraentes.

27. O que você espera para 2017?

M: Eu escrevi uma resposta sincera sobre a sociedade como um todo, mas eu percebi que eu apenas quero que achem o túmulo do Genghis Khan esse ano.


Confira as fotos do photoshoot na nossa galeria:

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> Ensaios Fotográficos – 2017 – BuzzFeed

Entrevista original: (x)
Tradução e adaptação: Juliana Piazza – não reproduza sem os devidos créditos.

 

O site EW liberou a primeira foto oficial do Matthew e Harry Shum Jr. na segunda temporada de Shadowhunters, junto com uma pequena entrevista com Slavkin – falando sobre o destino de Malec na temporada. Confira abaixo a matéria traduzida e a foto na galeria:


Quando Shadowhunters encerrou sua primeira temporada, Magnus e Alec haviam compartilhado o seu primeiro beijo, mas não muito mais que isso. As boas notícias? Isso deixa muita coisa para ser explorada na segunda temporada.

EW tem uma primeira imagem, exclusiva, de um momento Malec na segunda temporada, que se inicia momentos depois da finale da primeira temporada. “Nós não perdemos nada entre a finale e a premiere,” o showrunner Todd Slavkin conta para EW. Slavkin e Darren Swimmer, melhor conhecidos por Smallville, são novos para a série nesta temporada, pegando o comando de Ed Decter, que dirigiu a primeira temporada.

 

Falando, especificamente sobre o que está guardado para Malec, Slavkin diz: “Por causa das complicações no final da primeira temporada, e Jace tendo ido embora, nós podemos realmente mostrar a evolução do relacionamento desde o início. Eles tem que aprender a conhecer um ao outro e nós conseguimos acompanhar isso. Eles são de dois mundos muito diferentes – um é um feiticeiro, outro é um caçador de sombras. Um é muito experiente e viveu por séculos e já esteve com muitos, muitos, muitos homens e mulheres, e então há o Alec, que é um rapaz jovem que está apenas sendo introduzido ao mundo de relacionamentos. Nós achamos que isso foi ótimo na primeira temporada, e é um relacionamento em que estamos profundamente investidos e tem um grande e interessante potencial.”


Confira a primeira foto oficial na nossa galeria:

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> Séries  de TV – Shadowhunters (2016-?) – 2ª temporada – Stills

Fonte: (x)
Tradução e adaptação: Juliana Piazza – não reproduza sem os devidos créditos. Plágio é crime.

 

Matthew concedeu uma entrevista junto com um novo photoshoot para a edição de setembro da revista August Man. Confira abaixo a entrevista traduzida e as fotos na galeria:


“Eu gosto quando a fama não estraga a pura exuberância de ser um artista. Os mais velhos, incansavelmente, discutem sobre como jovens atores raramente trabalham duro para aperfeiçoar seu trabalho. Os novatos de Hollywood estão focados nas fotografias do tapete vermelho e participar de estúpidas brigas no Twitter. Então, novamente, diretores de filmes e financistas deveriam dividir a culpa. Não é incomum para atores/atrizes serem escolhidos baseado no quão numeroso os seus seguidores em redes sociais são. Uma grande base de fãs significa que o estúdio tem uma base extra para vender seus filmes. Até mesmo Cavin Klein falou algo similar quando Kendall Jenner se tornou o novo rosto da marca que leva seu nome.

Eu não estou dizendo que Matthew Daddario foi cortado de um pano melhor. Ou que ele acompanha atentamente os nuances dos bastidores como um veterano para inserir em seu próprio repertório. Mas ele cita alguns reconfortantes clássicos como inspirações, como você irá ler mais abaixo. E o mais importante é que você pode sentir a sua animação pulando para fora da página, conforme ele responde o nosso pequeno Q&A com o coração. Colega de Harry Shum Jr., que também está arrasando no set de Shadowhunters, ele é um raro achado por ter talento, ser honesto e, propriamente, fundamentado em quem ele é e de onde ele veio. Porque como todo mundo que aproveita da publicidade sabe que ninguém fica ali para sempre. Nós consideramos que sua fama está crescendo, e se você permite um pouco de ostentação da August Man, nós temos um olho certo em sempre escolher aqueles que vão longe. Senhores, por favor, conheçam o alto, moreno e afável, Matt Daddario.

Wikipedia diz que você estudou Administração. Quem teve essa ideia?

M: Nunca me passou pela cabeça não ir para a faculdade. Com 17/18 anos, eu precisava tomar uma decisão sobre o que estudar. Eu meio que pensei que eu queria ser médico, mas eu acho que eu estava, eventualmente, assustado com isso, uma vez que percebi o quão longo é o processo antes de você realmente conquistar o status de “doutor”. Depois de alguma consideração, eu me candidatei para as 10 mais baratas faculdades de Administração com os mais curtos processos para entrar, e a Universidade de Indiana se encaixava em todos os critérios. Eu arbitrariamente (ou talvez não arbitrariamente de verdade) me candidatei para a busca de escolas. Mas acho que aquela acabou sendo a única faculdade para qual eu me candidatei. Honestamente, eu era jovem… eu poderia estar viajando um pouco. Pode soar cliché, mas em qualquer top-100 (talvez 200 ou 300) de universidades, você tira daquilo o que você colocou ali.

Também diz que seu pai era ex-chefe da luta contra o terrorismo inferior ao Prefeito Blosemberg. Você se sentiu, como diz o ditado “tal pai, tal filho”? Isso se aplica em alguma coisa, ou em nada?

M: Bem, se você quer saber se eu estive lutando contra o terrorismo durante toda minha vida, então sim. Mas eu opero sob um título menos chique, eu sou mais um vigilante. Eu estou brincando, claro. Me falta o foco, a dedicação e a incorruptibilidade do meu pai.

Quais eram seus filmes e séries favoritos?

M: Eu tenho memórias de assistir Seinfeld no quarto dos meus pais quando era criança. Eu gostava, mas você sabe o que é estranho? Eu realmente não lembro. Eu sempre tive problemas com o conceito de “favoritos”. Muitas coisas tem seu mérito e apelo para mim. Pensando em Seinfeld, eu tenho que dizer Curb Your Enthusiasm pode se qualificar como um favorito. E agora eu estou pensando em Veep. Eu amo Veep também.

Quais são algumas lições de seus mentores que ficaram com você até agora?

M: A coisa engraçada sobre lições em geral é que, eu acho que as pessoas não as aprendem quando elas lhes são ditas. De preferência, aquilo tem que acontecer com eles e então eles vão dizer: “oh cara, Senhor/Senhora Fulano de Tal me disse para esperar isso, eles estavam certos. Eu vou esperar isso no futuro”. Faz sentido?

Dos filmes para a TV, qual foi o seu processo para se tornar ator? E você tem algum ritual que te ajuda a entrar em um personagem?

M: Ficar calmo e focado antes das cenas. Ter certeza que eu sei onde o meu personagem se encontra mentalmente, e que eu chegue lá. Nunca estar cansado ou entediado, a não ser que de alguma forma (muito raramente) ajude na cena.

Perfeccionista [ser o seu pior crítico] versus Bem Sucedido [não se preocupar com os detalhes, apenas que você fez o seu melhor]. Qual descreve a sua ética de trabalho melhor?

M: Perfeccionista é um conceito bobo, porque apenas existe quando há um grupo distinto de critérios a serem preenchidos. As coisas raramente são assim. “Eu sou o médico perfeito!” O que isso significa? Eu curei todas as pessoas? Eu sempre deixo meus pacientes confortáveis? Eu nunca dei um diagnóstico errado? Qual é o critério? Então, bem sucedido é mais realista. Mas, novamente, ser bem sucedido é relativo. Eu poderia ser o melhor em alguma coisa em um grupo de pessoas, mas em outro eu poderia ser ignorante. Idealmente, a minha ética de trabalho seria definida por resetar a barra sempre que eu conheço alguém melhor que eu em alguma coisa, e então trabalhar para ser melhor que eles.

Ninguém quer ser estereotipado, mas qual tipo de papel se encaixa melhor com a sua personalidade/estilo?

M: Super-herói, explorador do espaço ou agente secreto, é óbvio.

Conte-me um pouco sobre a sua experiência em Shadowhunters. Quais foram suas primeiras expectativas, e como isso evoluiu durante a temporada?

M: A princípio eu não tinha ideia do que esperar. As coisas enlouqueceram muito rapidamente, de qualquer maneira, e eventualmente eu apenas aprendi a não esperar nada. Os roteiros estavam sempre mudando e nós estávamos sempre trabalhando uns com os outros para fazer tudo ficar coerente. Foi uma primeira temporada muito orgânica, que eu estou muito, muito agradecido. Muita coisa é aprendida quando você está em constante adaptação.

Você faz as suas próprias acrobacias?

M: Sabe quando você está se mudando, e você tem todas essas caixas e todas essas coisas pesadas que precisa levar para fora da casa? Então você diz: “Eu apenas vou carregar tudo isso para uma caminhonete que aluguei e levar tudo com um carrinho pelas escadas! Eu sou capaz disso, porque sou forte e novo!” Então, você faz metade daquilo e percebe que mover esse armário vai causar a minha morte. Assim é como você coloca o seu ego de lado e traz um profissional para fazer isso por você. Então, mesma ideia da mudança, exceto que em algumas vezes você está se jogando de coisas altas ou tendo o seu rosto esmagado por uma pedra.

Como o seu melhor amigo te descreveria?

M: Cara, depende do melhor amigo. Eu tenho alguns melhores amigos parecidos. Eu vou mandar mensagem para três deles para descobrir. Ok, eu escrevi, “Oi, como você me descreveria?” e eu recebi vários insultos até agora, é um banho de sangue, na verdade.

Você está em uma daquelas séries de namoro dos anos 70. Descreva como você se parece, para uma pessoa que você quer impressionar, dos bastidores.

M: Eu teria me descrito como algo muito, muito estranho para fazer com que eles se sentissem como se tivessem que ver como eu me pareço. “Devido a um estranho defeito de nascimento, meus olhos são roxos brilhantes.” Quero dizer, eu iria escolher essa pessoa porque eu iria apenas precisar ver. Há muitos lugares para se conhecer pessoas, mas você conhece apenas uma pessoa de olhos roxos.

Foi lhe dado uma chance de voltar no tempo, para que idade você voltaria, e o que você faria de diferente?

M: Além das óbvias respostas relacionadas com investimentos para essa pergunta… Eu não acho que eu mudaria alguma coisa. Eu não iria querer correr algum risco com isso. Eu gosto da minha vida, na maior parte. Eu sou saudável. Eu provavelmente voltaria e me focaria mais em aprender outra linguagem ou aprender a tocar piano. Mas talvez, então, eu seria um pianista depressivo? Nem me faça começar com essa pergunta.

Qual é a sua maior inspiração da vida?

M: Eu li ‘Surely You’re Joking Mr. Feynman’ quando era criança, e algumas outras vezes depois disso. O modo como Richard Feynman vê o mundo, e o que ele fez com a sua vasta inteligência e criatividade no tempo que ele tinha, é realmente algo. Dá certa perspectiva. Curiosidade e investigação são as coisas que fazem a vida interessante.

Em uma escala de 1 até 10, o quão sortudo você é na vida?

M: Varia dependendo do que estamos olhando. Também, como muitas coisas, é relativo. Tenho certeza que alguém pode calcular e determinar exatamente o quão sortudo sou, em comparação ao resto da população mundial.

Que tipo de filme você iria escrever/dirigir?

M: Eu já escrevi alguns roteiros. Alguns são absurdos. Outros são mais sérios. Alguns eu tenho muito orgulho. Eu espero que algum deles sejam feitos. Essa é uma resposta ambígua. Eu gosto de histórias onde um homem, cuja vida está em algum tipo de campo de batalha, é então colocado em um mundo completamente diferente, onde ele é forçado a se adaptar e mudar para conseguir ter sucesso ou sobreviver. Normalmente, é engraçado e possibilita explorar todos momentos, assim como os momentos emotivos.

Conte-me algo ruim sobre você.

M: Eu como em qualquer lugar da casa. Eu comeria biscoito de queijo na cama.

Que tipo de carro você dirige? M: Eu não tenho um carro. Eu alugo carros e tenho, como resultado, desenvolvido um conhecimento bem forte sobre quais são as marcas que eu gosto, qual estilo, acessórios, qualidades que eu gosto, etc. Talvez alguém vá me mostrar algo que me faça dizer, “Esse é o carro que eu quero, com certeza”, mas isso não aconteceu ainda.

Em qual esporte você é mais competitivo?

M: Ah cara, basquete, baseball, tênis, futebol. Eu realmente gosto de esportes. A pior parte de envelhecer é que a dificuldade para juntar um grupo e jogar algo aumenta. Na verdade, nos últimos anos eu tenho jogado futebol nos domingos com um grupo de caras e é muito, muito legal. Começou faz um tempo, mas tem se tornando mais intenso. Na verdade, se tornou um pouco perigoso. Nós começamos a levar muito a sério e agora há machucados frequentemente. Tipo, toda semana. Hmmmm.”


Confira os 6 scans, em HQ, da entrevista na nossa galeria:

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> Revistas/Jornais (Scans) – 2016 – August Man

Fonte: (x)
Tradução e adaptação: Juliana Piazza – não reproduza sem os devidos créditos. Plágio é crime.

Recentemente, Matthew concedeu uma entrevista e realizou um photoshoot para a The Luxer. Confira a entrevista traduzida pelo nossos parceiros do Lightwoods Brasil:


“Com seus 1,90m de altura, cabelos pretos e olhos penetrantes, Matthew Daddario definitivamente faz valer sua presença. Não deveria ser uma surpresa, que, ele é uma das estrelas de Shadowhunters, uma nova série da rede de TV Freeform, baseada na série de livros Os Instrumentos Mortais, sobre uma guerra centenária entre anjos e demônios. Interpretando Alec Lightwood, o guerreiro estóico e altruísta no lado do bem, Daddario estava ciente do quanto o seu personagem é amado pelos fãs dos livros. Felizmente, esse papel serve para ele como uma luva – não apenas na aparência, mas também porque ele pode se identificar com a humanidade de Alec. Ele tenta encontrar qualidade que fazem o Alec vulnerável, e passas elas para a tela.

Originalmente do Upper East Side da cidade de Nova York, Daddario fez audições para comerciais quando era criança. ‘Minha mãe queria que eu aprendesse a falar em público, e ela achou que esse seria um bom modo de me deixar confortável para falar com outras pessoas.’ ele disse. Ele iria para a Universidade de Indiana em Bloomington mais tarde, onde se formaria em Negócios, parecendo abandonar a carreira de ator. Mas, depois de ver a sua irmã Alexandra Daddario, indo atrás de seu sonho de virar uma atriz, ele correu atrás do seu.

‘Eu não diria que foi um erro estudar na faculdade de Negócios, mas não era minha paixão,’ ele disse. ‘Eu estava fazendo algo que eu achava que seria o melhor para o meu futuro. Então eu percebi que Negócios não é o que eu gostaria de fazer, apenas o que eu achei que deveria fazer.’

Daddario já parece ser parte de uma estrela, e acumulou vários seguidores nas redes sociais, mas ele sabe que isso não é o suficiente para garantir o sucesso nesta indústria. Para ele, grandes atores se tornaram ícones baseado em suas performances. Harrison Ford, por exemplo, é alguém que ele admira. ‘Ele se tornou parte da nossa cultura por causa dos seus grandes papéis como Indiana Jones e Han Solo,’ ele disse. ‘Conseguir papéis bons como esses é o que qualquer cara quer.’

E embora Alec em Shadowhunters pode não ser tão famoso quanto a carreira de Ford, é um importante caminho para ascender para coisas melhores. De fato, ele tem seu olhar nas estrelas. Como ele diz, “Se eu não atuasse, eu teria tentado ser um astronauta.”

Alcançando a fama com “Shadowhunters”

Você fez teste para o filme, Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos, e não conseguiu o papel. Você se sentiu “vingado” de alguma forma, depois de ter sido escalado para a série?

Quando eu consegui o papel na série, eu não estava pensando sobre o filme. Também, eu não creio no sentimento de vingança, que requer animosidade ou amargura. E eu não fiquei com raiva por não conseguir o papel. Então, eu não me senti vingado, mas sim que, neste caso, eles fizeram a escolha certa.

Como você descreveria o Alec, o seu personagem na série? E quais coisas em comum você tem com ele?

Eu compartilho muitas coisas. Alec é controlador. Eu acho que eu costumo ser muito controlador. Eu também costumo jogar a culpa nos outros, antes de mim mesmo, o que ele também faz. Não que eu seja um santo, claro. Eu acho que eu sou do tipo egoísta, que coloca todos antes de você porque gosta de se sentir no controle – você é o único quem vai fazer as escolhas e não dar as pessoas o direito de realizar as próprias tarefas. É quase como um ditador benevolente. Agora, eu entendo o que as pessoas podem e devem realizar as coisas por conta própria. Pessoas são inteligentes; elas são tão capazes quanto eu.

Como você se sente sobre interpretar, essencialmente, um gay que é metade anjo e um guerreiro?

É tudo sobre o contexto. Sim, ele é gay, mas ele também é outras coisas. Ele pode ser metade anjo e um soldado, mas também é um irmão e um filho. Essas coisas certamente geram responsabilidades. Então quando eu olho para o Alec, eu não vejo seus aspectos sobrenaturais – eu olho para a sua humanidade. Isso é uma coisa que eu posso me relacionar. Eu sou um irmão e um filho. Eu acho que o Alec se esforça para encontrar a felicidade em sua vida. Ele não sabe procurar por si próprio.

Como estrelar uma série de TV, que já tinha uma base de fãs construída, afeta sua vida pessoal?

Eu realmente não sei se afeta. Minha vida pessoal não mudou. Agora, eu apenas tenho novas oportunidades, o que é bem legal. Eu posso viajar mais. Agora eu sou questionado, e as pessoas realmente querem ouvir o que eu tenho a dizer, o que ainda é meio louco pra mim.

Como você se sente com a reação dos fãs no YouTube e no Twitter?

Eu aprecio e acho isso fascinante! Quando as pessoas estão animadas com aquilo que você está fazendo, você deve se sentir honrado – a não ser que seja algo negativo. Felizmente, eu não faço nada negativo.

Qual foi a reação de um fã mais memorável que recebeu até agora?

Recentemente, eu estava próximo ao meu apartamento, andando de volta depois de jogar futebol, e teve esse jovem garoto que me reconheceu. Geralmente, são garotas entre 15 e 20 anos. Eu nunca tive um garoto que veio até mim. Ele foi muito amigável, e nós tiramos uma foto. Ele estava muito entusiasmado. Foi muito engraçado. Eu aproveitei isso.

RESUMINDO O ESTILO

Como você descreveria seu estilo?

Eu gosto de coisas que se encaixam. Eu gosto de ter o olhar afiado. Honestamente, eu sou aberto a usar qualquer coisa, se não for muito chamativo. É realmente fácil se ajustar – se não for nada absurdo ou algo que eu não usaria normalmente.

Quem são seus ícones de estilo e por quê?

Depende da situação. Eu não conheço ninguém que se vista perfeitamente em todo momento. Seria algo absurdo, certo? Todo mundo tem trabalhos diferentes, e eles se vestem de acordo com o ambiente. E se você pode se vestir para o trabalho com estilo, então você é um dos meus ícones de estilo. Uma espécie elegante de trabalhador – ele está lá fora!

Como você se sente sobre o estilo do Alec?

Ele definitivamente tem seu próprio senso de estilo. Ele veste muitas coisas escuras. Isso é muito útil. Eu acho que ele tem que se arrumar um pouco.”


Confira um pequeno vídeo liberado pela The Luxer e legendado pela nossa equipe:

Confira todas as fotos do photoshoot na nossa galeria:

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>Ensaios Fotográficos – 2016 – The Luxer

Fonte: x
Tradução e adaptação: Juliana Piazza – não reproduza sem os devidos créditos. Plágio é crime.
 

Recentemente, Matthew concedeu uma entrevista e realizou um photoshoot para a 1883 Magazine. Confira a entrevista traduzida e as fotos na galeria:


“Dando uma pausa em matar entidades demoníacas, o ator da série de fantasia da Freeform: ‘Shadowhunters’, o nova iorquino Matthew Daddario (Alec Lightwood) fala conosco sobre seu papel, gostos e sobre possuir um exército de fãs.

Baseado nos livros de fantasia ‘Os Instrumentos Mortais’, ‘Shadowhunters’ nps traz a visão da autora Cassandra Clare para a TV. Com uma temporada de brilhantes e bizarros eventos sob seu poder, uma segunda temporada de ação de semi-anjos e demônios pode ser esperada, já que foi confirmada pela Freeform.

Conforme crescia, atuar foi a única coisa que você se via fazendo ou você faria alguma outra coisa agora, ao invés de atuar?

Matt:Atuar era mais uma coisa da minha irmã, eu apenas me interessei por isso através dela. Por um tempo, minha mãe me levava para fazer audições como um modo de construir habilidades de falar em público e me dar confiança quando falo na frente de outras pessoas. Eu não gostava muito porque estava assustado com aquilo e achava meio que aterrorizante. Eu tinha outras coisas na minha cabeça e não foi até eu ser um pouco mais velho, com 18 ou 19, que eu voltei para a atuação.

Se você pudesse voltar e dizer algumas palavras de conselho para você mais novo, quais seriam?

Matt:É fácil dizer, ‘Eu deveria ter feito isso ou aquilo’ mas, contando com a informação que era disponível para mim naquela época, eu acho que eu fiz boas decisões. Então, eu diria, talvez, que eu devesse ter me focado um pouco mais nas coisas que me fazem feliz e menos naquilo que irá me guiar para uma carreira mais clássica ou de sucesso.

Qual é seu artista favorito ou influência, de qualquer gênero?

Matt:Eu acho que pessoas que gostam de arte e esse tipo de coisa não são pessoas, nem perto, similares a mim. Por exemplo, eu realmente gosto do Jimi Hendrix, e ele é o cantor mais legal. Eu não gosto de violão e eu não sou, particularmente, musical, mas eu acho que Jimi Hendrix é apenas o melhor. Em outro gênero, eu acho que Picasso é muito bom em representar uma pessoa que era absolutamente surpreendente como um artista, então ele se afastou da arte clássica e criou algo completamente novo, o que é surpreendente.

Então, qual seria o seu álbum favorito do Jimi Hendrix?

Matt:Oh cara, quando eu tinha 16 anos um amigo meu me deu essa coleção antológica. Eu não consigo lembrar como era chamada, mas tinha todas as melhores músicas, algo como 100 músicas de todos seus álbuns, incluindo algumas músicas novas que eu nunca tinha escutado antes. Eu acho que escutar aquela coletânea foi uma exposição a música como eu nunca havia tido antes. Eu lembro de escutar a música ‘Red House’, a qual eu acho que é absolutamente perfeita.

Quais são as principais diferenças entre ‘Shadowhunters’ e seus filmes anteriores?

Matt:Sabe, eu nunca tinha feito nenhuma gravação em set para TV, anteriormente, mas eu nunca tive muita certeza em quais eram as principais diferenças entre filmes e TV, excluindo as coisas óbvias como escala e a duração de tempo que leva. Mas, TV é diferente, e pode não ser apenas nesse caso. É realmente sobre o tempo que você passa com o personagem. Torna-se tão envolvente que não há escapatória; Se você passa meio ano em um personagem é oposto a um filme, quando é mais provável que irá passar 3 ou 4 meses e ao mesmo tempo fazendo muito mais material, parece que você está criando algo mais real, e que tem menos fingimento. Em uma série de TV é mais fácil ter esse crescimento contínuo, enquanto em um filme, que é uma pequena história que usa um pequeno período de tempo, apresenta um crescimento contínuo devagar. Você tem um momento do tempo da vida da pessoa, e você está interpretando aquilo por várias semanas e meses e em uma série de TV você passa por grandes segmentos, então, na minha perspectiva, é divertido fazer ambos, mas eles são coisas totalmente diferentes.

O que, até agora, tem sido seus momentos preferidos da série – dentro e fora das câmeras?

Matt:Eu gosto de assistir todos os outros. É divertido porque, uma das minhas preocupações antes de começarmos, foi que seria seis meses de filmagem, e o que aconteceria com você se todos fossem idiotas e você não gostasse deles. No nosso caso, felizmente, nós todos gostamos um dos outros, então se tornou uma experiência muito boa. Foi fazer algo com os meus amigos e foi muito agradável não ter que se preocupar com nenhum conflito pessoal. Tornou-se seis meses muito divertidos onde todos nós estávamos trabalhando e apoiando um aos outros. Você fica exausto sim já que é muito trabalho, mas eu nunca me encontrei dizendo ‘Cara, eu mal posso esperar para isso acabar’, na verdade, eu fiquei muito triste quando acabou.

Muitos atores afirmam que assistir a si mesmo na tela é uma experiência surrealista e insuportável, como isso é para você?

Matt:Algumas vezes eu vou assistir e pensar ‘oh cara, eu não posso ver isso,’ mas não sempre. Eu acho que eu sempre assisti a mim mesmo para ver o que estou fazendo e no que posso melhorar, então eu não acho estranho. Pessoas podem não querer assistir por estarem, possivelmente, assustadas com o que eles fizeram, o que nesse caso é aceitável, mas eu não penso muito nisso. Eu assisto a mim mesmo toda terça-feira ao vivo, então estou meio acostumado com isso.

Você realmente leu os livros de ‘Os Instrumentos Mortais’ antes do seu papel?

Matt:Anteriormente não, mas eu comecei a lê-los imediatamente depois que peguei o papel e li os dois primeiros e então o terceiro eu lia e parava enquanto filmávamos. Eu também fui exposto a muito material online, já que existe muito material dado pelos fãs, tudo da sua resposta pessoa a história e aos personagens, coisas que eles encontrar em suas imaginações, o que pode ser muito criativo algumas vezes.

O que atraiu você para o papel de Alec Lightwood? O que havia nesse personagem que você pode criar uma empatia e realismo a ele?

Matt:Eu gosto do Alec porque ele é meio que uma pessoa extraviada. Ele tem muitas preocupações e ele está sempre preocupado com o bem-estar dos outros. Ele passa uma boa parte do seu tempo pensando sobre sua família e seus amigos e uma parte não tão grande pensando no que ele quer. Então, ele é um indivíduo muito benevolente; contudo ele sofre as consequências dessa perda de o que ele precisa e quer, e como resultado ele é o tipo de líder fechado, que acha que está fazendo a coisa certa o tempo inteiro, mas não percebe que a falta de reflexão interior guia a fracas decisões. Então, foi muito legar ter um personagem que, conforme a temporada se desenvolveu, foi lentamente saindo dessa visão atrofiada. Nós vemos esse pequeno e lento crescimento durante a temporada e na próxima temporada, eu espero levar isso mais adiante.

Antes de ‘Shadowhunters’ você fez filmes de terror e romance. Como foi a transição para fantasia?

Matt:Não é tão diferente, porque o núcleo de tudo são várias pessoas, existem vários tipos de personagens e criaturas, mas ainda são pessoas e as preocupações são primariamente humanas. Então, as regras de graças sociais e interações ainda são as mesmas enquanto contamos histórias humanas apenas usando diferentes dispositivos, então eu não achei tão diferente. Ocasionalmente, eu dou risada quando, algumas vezes, você está falando com um lobo…. Caçadores meio anjo e meio demônio, e realmente parece um pouco absurdo, mas você coloca essas coisas no canto da sua mente…você trabalha com o mundo como ele é e vai com isso. Há momentos quando nós revisamos e dizemos que é divertido e excêntrico, mas você percebe que o núcleo de tudo é humano.

Falando sobre ser humano, algumas vezes, como fãs, podemos esquecer que nossos ídolos são simples humanos também. Quais são os seus ídolos e você conheceu eles?

Matt:A rega é nunca conheça o seu ídolo, e assim, quando você encontrar alguém que você tem idolatrado, eu sinto como se você só vai ficar decepcionado por encontra-lo. Então, com paixão, eu evito ficar perto de certas pessoas. Por exemplo, eu realmente gosto do Patrick Stewart e Ian McKellen, e eu gostei deles durante a minha vida inteira, então eu fui ver a performance deles em Nova Iorque, que foi fantástica. Minha namorada queria ir e esperar no lado de fora, e talvez ver eles, mas eu disse ‘de jeito nenhum’, porque eu tenho medo que eles me decepcionem de alguma forma. Isso é insano, mas apenas é assim. Eu tento evitar conhecer pessoas, então eu evito a maioria das pessoas que eu idolatro. Eu ficaria muito nervoso conhecendo eles, para ser honesto!

Tornando isso para as suas próprias fãs, você teve algum encontro divertido ou estranho com elas?

Matt:Eu tive alguns, eu penso nas minhas fãs sendo, a maioria, mulheres novas, e recentemente eu estava andando para casa depois de jogar futebol, e duas jovens mulheres e um jovem homem muito animado – não o tipo de pessoa que eu assumiria que assistiria ‘Shadowhunters’ e eu achei isso muito divertido. Na maioria das vezes as pessoas são muito legais. Online as pessoas têm um tipo de anonimato então eles falam coisas estranhas… algumas vezes eu acho que todos são um bando de estranhos. Eu conheci alguns na Disneyland outro dia, eu tinha alguns ingressos extras e eu passei dois deles para duas meninas…elas pediram por uma foto e foi bom ser reconhecido. É legal ser reconhecido, mas dentro de certos limites. Pessoas parecem ficar cansadas disso, mas por enquanto eu acho que é muito doce.

Como é ter uma legião de fãs?

Matt:É doce, eu não penso muito sobre. Elas gostam do meu trabalho e eu estou, basicamente, trabalhando para eles, quando eles sentem algum amor pelo meu personagem e eles estão tremendo e gritando, me mostra que algo está sendo feito certo. Na maior parte, eles são pessoas composta e eu não conheci tantas. Eu conheci eles na Comic Com, mas na maior parte eu estou apenas levando como parte do meu dia. Eu acho que pode ficar estranho. Eu não encontrei nada assim ainda. Talvez um dia.

O que você faz para se manter ocupado e escapar do trabalho?

Matt:Imediatamente, depois de filmas, você tem tempo de ler muito e assistir TV, viajar e esse tipo de coisa. Então tem este período de calmaria, entre o trabalho você faz audições novamente. Eu tento escrever, montar alguns roteiros, falar com pessoas sobre outros projetos e o que poderíamos estar filmando. Você tem tempo livre então tem que achar coisas para fazer – infelizmente, o trabalho parece não render quando você tem tempo livre! Parece que você faz mais coisas quando você está trabalhando!”


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>Ensaios Fotográficos – 2016 – 1883 Magazine


 Fonte: (x)
Tradução e adaptação: Juliana Piazza – não reproduza sem os devidos créditos. Plágio é crime.
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